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Houthis atacam palácio presidencial do Iêmen e matam dois seguranças

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Vários mísseis lançados pelos Houthis atingiram o palácio presidencial de Al-Maashiq, em Áden, no Iêmen, matando dois integrantes da equipe de segurança do primeiro-ministro Shaya Al-Zandani, informou nesta quinta-feira (15) o governo iemenita, reconhecido internacionalmente.

  • Houthis atacam aeroporto de Áden em meio à intensificação dos combates.
  • Explosões atingem a capital do Iêmen após ataques aéreos da Arábia Saudita.
  • Sete pessoas morrem em ataque a mercado no Iêmen, diz Ministério da Saúde.

Os rebeldes, apoiados pelo Irã, afirmaram que o alvo era um suposto centro de operações militares sauditas dentro do complexo. Em um comunicado divulgado pelo Ministério da Informação do governo, autoridades informaram que o premiê está em segurança após o ataque.

Aden funciona como a capital e sede do governo do Iêmen, reconhecido internacionalmente e apoiado pela coalizão militar liderada pela Arábia Saudita. Os Houthis afirmaram que o ataque fez parte de uma estratégia declarada de visar posições militares sauditas, onde quer que estejam localizadas.

O governo iemenita não forneceu, de imediato, detalhes sobre o tipo de mísseis utilizados ou a extensão dos danos no complexo do palácio. Tensão entre Houthis e sauditas cresce no Oriente Médio O ataque ocorreu menos de uma hora depois que as forças houthis reiteraram avisos de que o espaço aéreo e os aeroportos da Arábia Saudita não são seguros e que elas mantinham a capacidade de “responder na mesma moeda” aos contínuos ataques sauditas ao Iêmen.

A coalizão liderada pela Arábia Saudita afirmou, nesta quinta-feira, que os recentes ataques dos houthis — incluindo investidas contra o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade — demonstram a crescente ameaça que o grupo representa para o país, para a segurança regional e para as rotas de navegação internacional.

A coalizão declarou ainda que as operações militares continuarão, com o objetivo declarado de reduzir as capacidades militares dos Houthis e eliminar as fontes de apoio ao esforço de guerra do grupo, em conformidade com o direito internacional humanitário.

https://stories.cnnbrasil.com.br/internacional/quem-sao-os-houthis-grupo-do-iemen-apoiado-pelo-ira/.

Rebeldes, apoiados pelo Irã, afirmaram que o alvo era um suposto centro de operações militares sauditas dentro do complexo; primeiro-ministro está seguro, segundo governo.

Tensão entre Houthis e sauditas cresce no Oriente Médio.

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