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DR Congo protests Formula 1’s ‘indefensible’ decision to race in Rwanda

Fórmula 1 retorna à África pela primeira vez desde 1993, mas a RDC rechaça a decisão de sediar a corrida no Ruanda.

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Martínez do Man United recorre às redes sociais para defender sua crítica ao clube.

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  2. list 4 of 4Football regulator says he’ll resign if political interference in City case.
  3. Al Jazeera Centre for Public Liberties & Human Rights.
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Recurso das acusações contra Manchester City deve ser ouvido até janeiro, diz regulador.

O presidente da República do Ruanda, Paul Kagame, juntou-se ao Diretor Executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, e ao Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, na terça‑feira para anunciar a corrida.

A competição será realizada em um circuito ainda a ser construído em Bugesera, próximo à capital do Ruanda, Kigali, no “the early 2030s”, diz a F1.

The series last raced in Africa in 1993.

The DRC, the United States and UN experts accuse Rwanda of backing M23 rebels in eastern DRC. Rwanda says its security measures are intended to protect it against threats from armed groups operating across the border.

Kayikwamba Wagner said the DRC backs rival efforts from South Africa to host a race instead.

The DRC has previously objected to other Rwandan efforts to promote its brand through sports, especially a string of high-profile sponsorship agreements with leading European football clubs.

Os EUA impuseram sanções ao exército da República do Ruanda e a quatro oficiais seniores em março por seu apoio aos rebeldes M23 no leste da República Democrática do Congo.

O Ruanda rejeitou as sanções como unilaterais e afirmou que elas distorcem o conflito.

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