Atualização · 14/10/2026, 21h50
O Senado aprovou a PEC do fim da escala 6x1 em dois turnos, por 75 votos a 1 em cada votação. O único voto contrário foi de Hamilton Mourão (Republicanos-RS). O texto segue para promulgação pelo Congresso. Leia a cobertura completa →
Governo articula no Senado para aprovar, nesta quarta-feira (14), os dois turnos da PEC que prevê o fim da escala 6x1. A estratégia busca promulgar a proposta antes do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.
- Governo articula no Senado para aprovar, nesta quarta-feira (14), os dois turnos da PEC que prevê o fim da escala 6x1.
- A estratégia busca promulgar a proposta antes do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.
- Para acelerar a votação, o governo precisa do apoio de 54 senadores para um requerimento de calendário especial.
- A oposição tenta adiar a votação apresentando sugestões de alteração no texto ou uma proposta alternativa.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é peça central na tentativa de acelerar a tramitação da PEC.
Para acelerar a votação, o governo precisa do apoio de 54 senadores para um requerimento de calendário especial. A oposição tenta adiar a votação apresentando sugestões de alteração no texto ou uma proposta alternativa.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é peça central na tentativa de acelerar a tramitação da PEC. O governo articula no Senado para aprovar, já nesta quarta-feira (14), os dois turnos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1.
A estratégia busca evitar o intervalo de três sessões de discussão exigido pelo regimento entre as duas votações e permitir que a proposta seja promulgada antes do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.
A votação em primeiro turno foi incluída na pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Para uma PEC ser aprovada, são necessários pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.
A base governista tenta conseguir apoio suficiente para aprovar um requerimento de calendário especial que permita realizar as duas votações no mesmo dia. Governo precisa de 54 senadores para acelerar votação A articulação é liderada pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), que busca assinaturas para o requerimento.
Segundo a regra citada na apuração, a mudança no calendário precisa do apoio de pelo menos 54 senadores ou de líderes partidários que representem esse número. As discussões sobre a PEC começaram na semana passada, com sessões realizadas entre os dias 5 e 7 de outubro.
Outras duas estão previstas para terça (13) e quarta-feira (14), completando as cinco sessões de discussão exigidas antes da primeira votação. Caso o requerimento seja aprovado, os dois turnos poderão ocorrer na quarta-feira.
Davi Alcolumbre já sinalizou que pretende colocar o pedido em análise assim que ele chegar à Presidência do Senado. Oposição tenta adiar votação Parlamentares da oposição articulam estratégias para retardar a análise da proposta.
Uma das alternativas é apresentar sugestões de alteração no texto. Se houver mudanças, a PEC precisará retornar à Câmara dos Deputados, prolongando a tramitação.
A oposição também defende uma proposta alternativa apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que prevê o pagamento com base nas horas trabalhadas em vez da redução da jornada.
Apesar das divergências, parlamentares da oposição reconhecem a popularidade da proposta que acaba com a escala 6x1. Segundo a análise política citada na reportagem, integrantes do PL que apoiam a medida no Senado podem seguir a mesma posição de deputados do partido.
Alcolumbre tem papel importante na votação O presidente do Senado é considerado peça central na tentativa de acelerar a tramitação. Segundo uma fonte ouvida pela analista política Isabel Mega, Alcolumbre teria interesse em aprovar a medida ainda durante o atual processo eleitoral.
Além da PEC que trata da escala de trabalho, o Senado deve analisar nesta semana a PEC da Segurança Pública. A proposta tem votação prevista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) também na quarta-feira (14) e está entre as prioridades do governo.
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Governo precisa de 54 senadores para acelerar votação.
A articulação é liderada pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), que busca assinaturas para o requerimento. Segundo a regra citada na apuração, a mudança no calendário precisa do apoio de pelo menos 54 senadores ou de líderes partidários que representem esse número.
As discussões sobre a PEC começaram na semana passada, com sessões realizadas entre os dias 5 e 7 de outubro. Outras duas estão previstas para terça (13) e quarta-feira (14), completando as cinco sessões de discussão exigidas antes da primeira votação.
Caso o requerimento seja aprovado, os dois turnos poderão ocorrer na quarta-feira. Davi Alcolumbre já sinalizou que pretende colocar o pedido em análise assim que ele chegar à Presidência do Senado.
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