A instituição passou por um grande incêndio e, desde então, está em obras para restaurar parte do acervo que foi perdido e reconstruir as estruturas danificadas.
Não mediremos esforços para garantir que esse patrimônio nacional possa ser totalmente reconstruído", disse o ministro, ao visitar o museu.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o museu guardava o maior acervo de história de ciência natural da América Latina e funcionava como uma importante instituição de pesquisa científica, trabalho este que segue ativo com acadêmicos produzindo e divulgando conhecimento.
Graças ao trabalho das equipes que se dedicaram ao Núcleo de Resgate de Acervos, inúmeras coleções puderam ser recuperadas, parcial ou inteiramente.
O incêndio ocorreu em setembro de 2018, ano em que a instituição completava 200 anos de história, e atingiu o Paço de São Cristóvão, espaço que abrigava a maior parte do acervo do museu, destruindo cerca de 85% dos 20 milhões de itens preservados no local.
Foram perdidos documentos, livros, coleções fósseis, mobiliários do primeiro reinado e peças herdadas da família imperial. Além dos itens, o fogo arruinou salas de aula, laboratórios, computadores e a fachada histórica do museu.
Em números
- Stóvão, espaço que abrigava a maior parte do acervo do museu, destruindo cerca de 85% dos 20 milhões de itens preservados no local
- Museu da UFRJ irá receber mais R$ 10 milhões para restauração
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