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Política Revisado por ULTRA AI

Edital do STF sobre monitoramento de redes gera críticas na direita

Licitação foi aberta em maio e prevê rotulagem de postagens; políticos veem risco de uso político

2 min de leitura
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Uma licitação aberta pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para monitoramento de redes sociais tem aumentado as críticas da direita à corte, que aponta risco de uso político das informações para perseguição de adversários.

Um dos pontos contestados por políticos de oposição é a exigência de que a empresa vencedora faça uma classificação sobre o "sentimento" de influenciadores com relação ao STF, rotulando suas interações como positivas, negativas ou neutras.

No início de agosto, o senador Rogerio Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo a suspensão do edital.

Ele justificou que o certame representaria um risco potencial à liberdade de pensamento e expressão.

Outros que criticaram o edital foram candidatos do Partido Novo, como Cris Monteiro, que disputa mandato de deputada federal em São Paulo, e Gerson Pires, que busca vaga na Assembleia Legislativa do estado.

Procurado, o STF negou objetivos políticos e afirmou que o monitoramento de redes é uma prática rotineira em grandes órgãos e empresas, usada apenas para aprimoramento das suas ações de comunicação.

Acrescentou ainda que se trata somente da renovação de um contrato já existente, que expirou.

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Fontes consultadas

  • Folha Poderlink

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