Ir para o conteúdo
Mundo

ONU relata aumento de tensões geopolíticas e inteligência artificial

Relatório sobre Risco Global das Nações Unidas contou com mais de 1,3 mil especialistas; documento indica incapacidade das instituições internacionais em acompa

3 min de leitura
ONU relata aumento de tensões geopolíticas e inteligência artificial

Relatório sobre Risco Global das Nações Unidas contou com mais de 1,3 mil especialistas; documento indica incapacidade das instituições internacionais em acompanhar avanço tecnológico.

Guerras, disputas geopolíticas, mudanças climáticas e o avanço descontrolado da inteligência artificial, IA, estão entre os principais riscos enfrentados pela humanidade em 2026, segundo um documento divulgado pela Nações Unidas.

No Relatório sobre Risco Global das Nações Unidas, mais de 1,3 mil líderes e especialistas analisaram 28 ameaças em categorias políticas, tecnológicas, econômicas, ambientais e sociais, avaliando a probabilidade, impacto e grau de preparo das instituições globais para dar respostas efetivas.

As tensões geopolíticas figuram entre as principais ameaças em seis das sete regiões pesquisadas.

Na comparação com a última edição do relatório, o secretário-geral da ONU, António Guterres, indica que guerras e riscos políticos têm mais destaque entre os entrevistados.

Além dos conflitos e armas de destruição em massa, o relatório revela a disparidade entre a velocidade das inovações tecnológicas e a capacidade de regulação dos governos.

A IA e a concentração de poder tecnológico foram apontadas como fontes de instabilidade, uma vez que a avança em ritmo superior à criação de regras e marcos regulatórios internacionais.

No cenário econômico, a probabilidade de uma crise financeira global também foi mencionada devido às dúvidas sobre a capacidade de cooperação e coordenação dos governos.

A falha no combate às mudanças climáticas continua sendo classificada como o principal problema individual. Desastres naturais e a escassez de recursos básicos também permanecem no topo das preocupações.

O relatório chama a atenção para a lacuna entre a dimensão das ameaças e a capacidade de resposta das instituições. Segundo o estudo, a preparação internacional foi avaliada como insuficiente para lidar com guerras e avanço da IA.

Para Guterres, os riscos globais se tornaram mais complexos e nenhum país, empresa ou instituição podem enfrentá-los sozinho.

Das fronteiras à inteligência artificial, lições de um quarto de século reforçam segurança global depende dos direitos humanos e da prevenção; para o Escritório de Contraterrorismo, combate atual exige atualização contínua e integração entre respostas operacionais, prevenção social e respeito irrestrito aos direitos humanos.

Relatório da ONU mostra que narrativas extremistas estão invadindo espaços de entretenimento e promovendo radicalização; produção de conteúdos violentos busca engajamento e visibilidade de mensagens terroristas; especialistas pedem mais regulação e fiscalização em plataformas online.

Em números

  • Relatório sobre Risco Global das Nações Unidas contou com mais de 1,3 mil especialistas; documento indica incapacidade das
  • No Relatório sobre Risco Global das Nações Unidas, mais de 1,3 mil líderes e especialistas analisaram 28 ameaças em

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Leia também

Mais em Mundo