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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Protesto de alunos de medicina de universidade particular trava trânsito em Campo Grande

Alunos de medicina da Uniderp questionam avaliação com nota mínima para avançar no curso.

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Protesto de alunos de medicina de universidade particular trava trânsito em Campo Grande

Trânsito fica caótico durante protesto de alunos em MS.

Alunos do curso de medicina da Uniderp, universidade particular de Campo Grande, fizeram um protesto nesta quarta-feira (12) para cobrar melhorias na estrutura da instituição e questionar mudanças na avaliação do curso.

A manifestação ocorreu em frente à unidade da rua Ceará, na Vila Antônio Vendas, e congestionou o trânsito na região. Veja o vídeo acima.

A Uniderp informou que já tem um plano de melhorias e que as obras começam ainda em agosto. A universidade também marcou uma reunião com representantes das turmas para o dia 18 para discutir as outras reclamações.

Veja a nota na íntegra no fim da reportagem.

Os estudantes reclamam das condições dos espaços usados durante as aulas. Além disso, o principal questionamento é sobre a Avaliação de Progressão por Competências (APPC).

Segundo os alunos, a coordenação informou que será preciso tirar nota mínima 7 ou atingir uma quantidade mínima de acertos. Quem não conseguir poderá ficar retido, mesmo que tenha passado nas outras disciplinas.

A avaliação teria formato semelhante ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).

O grupo questiona se essa cobrança pode valer para quem começou a faculdade antes das novas regras nacionais para os cursos de Medicina, publicadas em 2025. Segundo os alunos, as regras preveem uma avaliação antes do internato, mas não estabelecem nota mínima 7 nem determinam a retenção do estudante.

Os alunos enviaram uma notificação à Uniderp pedindo explicações e deram prazo de 10 dias úteis para uma resposta. Também querem saber se a universidade consultou o Ministério da Educação (MEC) sobre a aplicação da avaliação às turmas que já estavam na graduação.

Caso não recebam os esclarecimentos, os estudantes afirmam que podem procurar a Justiça ou comunicar o caso aos órgãos responsáveis por fiscalizar o ensino superior.

A notificação não informa que alguma dessas medidas já tenha sido tomada.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 MS, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas