Nas imagens, cada morador aparece segurando uma pequena lousa com o trabalho que exerceu ao longo da vida.
Nas imagens, cada idoso aparece segurando uma pequena lousa com a profissão que exerceu durante a vida. A ideia acabou mostrando um lado que nem sempre aparece quando se fala de quem vive em uma instituição de longa permanência: a história que cada um carrega antes de chegar ali.
A gravação surgiu porque a fisioterapeuta Ana Helena, que trabalha no lar, tinha visto uma publicação parecida feita por um centro de acolhimento de idosos de Lisboa, em Portugal.
Durante um atendimento, um dos moradores comentou que sentia saudade da época em que trabalhava como marceneiro. Com uma pequena lousa, Ana resolveu começar os registros.
Ela foi conversando com os moradores para descobrir o que cada um fazia antes da aposentadoria. Foi assim que apareceram histórias e profissões diferentes entre quem hoje divide a rotina no lar.
Nem todos conseguiram contar sozinhos. Alguns moradores têm demência ou doença de Alzheimer e, nesses casos, funcionários e outros idosos ajudaram a recuperar as lembranças.
O Lar Vicente Marques de Queiroz é uma instituição filantrópica e sem fins lucrativos. Parte dos idosos chega ao local encaminhada pela assistência social, em situações de vulnerabilidade.
A instituição também recebe pessoas cujas famílias não conseguem oferecer os cuidados necessários.
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Em números
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Fontes
Informação baseada em material público de Campo Grande News, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.