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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Amazonas cria quatro reservas e amplia proteção ambiental em 669 mil hectares

Novas unidades ficam em cinco municípios amazonenses e permitem uso sustentável dos recursos naturais pelas populações locais

3 min de leitura
Amazonas cria quatro reservas e amplia proteção ambiental em 669 mil hectares

As unidades ficam nos municípios de Borba, Beruri, Tapauá, Careiro, Autazes e Humaitá e têm como objetivo proteger a biodiversidade e os modos de vida agroextrativistas, permitindo o uso sustentável dos recursos naturais pelas comunidades locais.

As novas unidades de conservação são Tupana Igapó-Açu I, localizada em Borba, Tupana Igapó-Açu II, entre Beruri e Tapauá, Canaã, nos municípios de Careiro e Autazes, e Mirari, em Humaitá.

A assinatura dos decretos ocorreu em alusão ao Dia da Amazônia, celebrado em 5 de setembro, e fez parte de um conjunto de medidas voltadas à conservação ambiental e ao manejo sustentável de áreas protegidas.

Parque Nacional de Sete Cidades é ampliado.

Além das quatro reservas no Amazonas, Lula assinou decreto que amplia em 7. 192 hectares o Parque Nacional de Sete Cidades, no Piauí. Com a mudança, a unidade passa a ter uma área total de 13.

Durante o evento, o presidente relacionou a preservação ambiental ao potencial econômico do turismo em áreas protegidas. Segundo Lula, a conservação dependerá também da percepção da sociedade sobre o retorno econômico proporcionado pela floresta preservada.

O presidente afirmou ainda que o turismo em áreas conservadas pode ser utilizado para descanso e para aproximar a população das riquezas naturais do País.

Concessões abrangem 162,7 mil hectares em Humaitá.

O evento também marcou a assinatura de contratos de concessão das Unidades de Manejo Florestal II e III da Floresta Nacional de Humaitá, no Amazonas, pelo Serviço Florestal Brasileiro.

Os contratos têm prazo de 40 anos e abrangem uma área de 162,7 mil hectares. Com as novas concessões, foi concluído o processo das três unidades da Floresta Nacional de Humaitá, que somam 200,9 mil hectares destinados ao manejo sustentável.

As concessões permitem o aproveitamento econômico de recursos florestais dentro das regras estabelecidas para o manejo da área, conciliando a atividade produtiva com a conservação ambiental.

Fundo Amazônia destina R$ 50,5 milhões a projeto quilombola.

A iniciativa deverá apoiar a gestão territorial e ambiental de comunidades quilombolas localizadas na Amazônia Legal, com previsão de elaboração e implementação de planos de gestão em mais de 16 territórios.

O projeto terá duração de 60 meses e será executado pela Fundação Guamá.

As medidas anunciadas incluem, portanto, a criação de novas unidades de conservação no Amazonas, a expansão de uma área protegida no Piauí, novos contratos de manejo florestal em Humaitá e recursos destinados à gestão ambiental de comunidades quilombolas na Amazônia Legal.

Em números

  • Concessões abrangem 162,7 mil hectares em Humaitá
  • Os contratos têm prazo de 40 anos e abrangem uma área de 162,7 mil hectares
  • Fundo Amazônia destina R$ 50,5 milhões a projeto quilombola
  • Amazonas cria quatro reservas e amplia proteção ambiental em 669 mil hectares

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Fontes consultadas

  • A Críticalink