Ir para o conteúdo
Economia Revisado por ULTRA AI

Ford do Brasil faz recall de Ranger por falha no escape; reparo será feito só em 2027

Possível problema na fixação pode gerar ruído incomum no motor, odor de gases de escapamento e acendimento da luz de advertência no painel.

2 min de leitura
Ford do Brasil faz recall de Ranger por falha no escape; reparo será feito só em 2027

A Ford anunciou nesta quinta (10) um recall para as Ranger, modelo 2026, equipadas com motor 3. 0. A convocação ocorre devido a um problema no tubo cruzado de escape do motor, que pode apresentar vazamento de gás sem aviso prévio ao motorista por causa de uma falha no aperto das porcas de fixação.

Segundo a empresa, o defeito pode fazer com que os níveis de emissões atmosféricas ultrapassem os limites previstos.

Em situações mais críticas, a falha pode gerar ruído incomum no motor, odor de gases de escapamento e acendimento da luz de advertência no painel.

O reparo prevê a inspeção do componente e, se houver necessidade, o reaperto das porcas e a substituição gratuita das juntas do tubo cruzado de escape. O tempo estimado para a execução do serviço é de cerca de seis horas, com possibilidade de variação de acordo com o fluxo da concessionária.

A campanha abrange os veículos produzidos entre 9 de dezembro de 2025 e 5 de março de 2026, com os oito últimos dígitos do chassi compreendidos entre TJ024093 e TJ045379.

Os atendimentos em oficina terão início no primeiro trimestre de 2027, assim que a solução estiver disponível na rede autorizada.

A montadora anunciou que fará um novo chamamento aos consumidores para marcar o reparo quando esta fase for liberada.

O g1 procurou a Ford para saber quantas unidades da picape estão envolvidas no recall. A reportagem será atualizada se a empresa divulgar a informação.

Recentemente, a Ranger Raptor também teve uma campanha de recall anunciada. O possível defeito está nas capas dos airbags laterais.

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Fontes consultadas

  • G1 Economialink

Leia também

Mais em Economia