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Economia Revisado por ULTRA AI

Bayer aposta em remédio não hormonal para menopausa no Brasil, afirma executivo

Adib Jacob diz que preço deve caber na realidade brasileira e cita saúde da mulher como carro-chefe da empresa no país

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

Um medicamento não hormonal para a menopausa é uma das apostas da Bayer no mercado brasileiro, diz Adib Jacob, presidente da divisão farmacêutica da Bayer para o Brasil e a América Latina.

Em entrevista ao programa C-Level, Jacob diz que o medicamento pensado para combater ondas de calor (os chamados 'fogachos'), distúrbios de sono e mudanças de humor decorrentes da menopausa já foi submetido à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A expectativa é que seja aprovado entre o fim deste ano e início do próximo.

O primeiro não hormonal aprovado foi o da companhia Astellas Farma, em junho, com o nome Veoza. O da Bayer chamará Lynkuet, e segundo Jacob, o produto é uma opção às terapias hormonais hoje disponíveis e descartadas.

O câncer de mama é o motivo mais conhecido para que mulheres não façam terapia hormonal (que fornece estrogênio ou progesterona por meio de comprimidos e adesivos), mas a lista também inclui câncer de endométrio, doença hepática grave, distúrbios de coagulação sanguínea, entre outros.

O preço, afirma ele, será "adequado à realidade brasileira", visto que, segundo Jacob, quase 80% das mulheres na menopausa têm, em maior ou menor grau, esses sintomas.

Conforme o executivo, a área voltada à saúde da mulher é um dos carros-chefes da Bayer no Brasil, país que disputa com o México a liderança de mercado na América Latina.

Entre as prioridades do negócio, além da ginecologia, destacam-se as áreas de doenças cardiovasculares, oftalmologia e oncologia. Esta última é a segunda causa de mortes no país, atrás justamente das doenças do coração.

Entre as prioridades do negócio, além da ginecologia, destacam-se as áreas de doenças cardiovasculares, oftalmologia e oncologia. "Diria que, de cada dez moléculas sendo pesquisadas em humanos, cinco são ainda em câncer", aponta Jacob.

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Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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