O Museu do Louvre pode ter que "fechar suas portas ao público" se não for realizado um grande plano de reforma e modernização, alertou nesta quarta-feira (14) o presidente Christophe Leribault, um ano após o roubo impressionante no museu mais visitado do mundo.
Qualquer que seja o futuro governo [após as eleições presidenciais na França em 2027], terá de ter em mente que, se o Louvre não for reformado, adaptado e transformado, perderá prestígio muito rapidamente e, a longo prazo, terá que fechar suas portas ao público", disse o dirigente ao jornal francês "Le Figaro.
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O incidente expôs as falhas de segurança da instituição, que no ano passado recebeu cerca de nove milhões de visitantes, a grande maioria estrangeiros.
Leribault afirmou à AFP que o ambicioso plano de renovação do museu, chamado "Louvre - Novo Renascimento" e apresentado pelo presidente Emmanuel Macron no início de 2025, representa "o único caminho se quisermos garantir o futuro" da pinacoteca e a sua segurança.
Precisamos de um grande plano para o Louvre. As operações indispensáveis para garantir a segurança do museu exigem obras no edifício histórico e nas infraestruturas.
Não existe uma solução 'superficial', fácil e milagrosa", explicou Leribault, nomeado em fevereiro.
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