A demanda é mais um capítulo numa queda de braço entre os governos de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que atuaram de forma conjunta na desocupação da antiga comunidade.
No âmbito estadual, o projeto foi liderado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação e pela Companhia de Desenvolvimento Urbano e Habitação (CDHU). No federal, pelo Ministério das Cidades e pela Caixa Econômica Federal.
O processo de reassentamento teve início em 22 de abril de 2025, com a mudança das primeiras famílias, e terminou em 15 de setembro deste ano, quando o último morador deixou o local.
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano diz ter oficiado a Caixa para cobrar os repasses e reclama que o órgão federal alega que não é possível efetuar os pagamentos até que as unidades estejam com matrícula atualizada em cartório, o que seria um descumprimento do acordo.
Em números
- Gestão Tarcísio cobra do governo Lula R$ 70 milhões por remoção de famílias da Favela do Moinho
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