Foi o 16º caso de feminicídio este ano em MS e ocorreu em julho, na Vila Bandeirantes, na Capital.
Quando viatura da Polícia Militar e ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) parou na porta da casa de Terezinha Nantes de Arruda, a vizinhança achou que se tratava de um roubo.
Mas se tratava do 16º caso de feminicídio ocorrido no dia 27 de julho deste ano, em Mato Grosso do Sul.
Terezinha Nantes de Arruda, de 54 anos, foi morta pelo marido, Joel Escocio Carvalho, em 27 de julho, em Mato Grosso do Sul. Foi o 16º feminicídio do estado neste ano.
Após o crime, ele tirou a própria vida. Para os vizinhos, o casal parecia feliz e criou dois filhos, mas a relação era marcada por ciúmes e controle. Terezinha cuidava da neta, de 9 anos.
O caso é tema do podcast Pra Não Esquecer, que discute a importância da tipificação do feminicídio, conceito criado em 1976.
Para os vizinhos, parecia relação feliz. O casal criou dois filhos e ela ainda cuidava da neta, de 9 anos, enquanto o filho e a nora trabalhavam. Mas Terezinha vivia relação marcada pelo ciúmes e pelo controle: foi morta, aos 54 anos, pelo marido, Joel Escocio Carvalho, que tirou a própria vida em seguida.
Este é um caso que se enquadra no feminicídio, conceito criado em 1976 e que hoje dá nome a crime que ainda é questionado em debates políticos e nas redes sociais.
A história da Terezinha e importância dessa tipificação são o tema de mais um episódio do podcast Pra Não Esquecer.
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