Entre o Samba, o R&B e o Soul, a baixista, cantora e compositora Ana Karina Sebastião apresentou NEGA NINJA, seu primeiro álbum solo, que reúne referências da música negra brasileira e americana em um repertório marcado por afetos, relações, inquietações e experiências pessoais.
Construído a partir dos encontros e das vivências acumulados ao longo de sua trajetória musical, o material coloca o baixo em diálogo com a voz e a composição, abrindo espaço para a artista explorar diferentes possibilidades sonoras e expressar sua própria visão de mundo.
O título do disco tem origem na faixa “Nega Ninja”, composta por Ana durante o período em que tocava com a cantora moçambicana Lena Bahule. Inspirada por Lena e por outras mulheres pretas, a artista criou a expressão para traduzir a capacidade de se desdobrar diante das demandas cotidianas, encontrar caminhos e seguir em frente mesmo diante das dificuldades.
Dedicada à mãe, avó, tias e mulheres que atravessam sua história, a canção se tornou o nome do álbum e uma síntese das referências afetivas e simbólicas que orientam o trabalho de estúdio.
Em nota para a imprensa, Ana afirmou: “Eu me sinto livre para fazer o que eu quiser musicalmente e para expressar meus sentimentos através das letras, contando histórias e experiências.
E também existe um desejo de inspirar mulheres e outras pessoas que possam se enxergar e se reconhecer através do meu trabalho.” O álbum, com produção de Hebert Medeiros, foi desenvolvido ao longo de cerca de cinco anos, em um processo orgânico, no qual as composições ganharam forma a partir das experiências e das experimentações musicais da artista.
https://open.spotify.com/intl-pt/album/5EwZ2afDtRuh7KZDL51iYz?si=4zcCVdlBQoS8xw_kaJQtvQ Radioativa Entre o peso do luto e a necessidade de encontrar forças para seguir em frente, a banda carioca Radioativa transformou experiências pessoais em matéria-prima para uma nova fase sonora.
Tal movimento ganhou forma em "Angústia", single que inaugura a divulgação de Retalhos, álbum de estreia do grupo previsto para janeiro de 2027. Composta em um período de luto e redescoberta, a faixa aborda a batalha interna contra os próprios sentimentos, sinalizando ainda uma expansão da identidade sonora da Radioativa, até então calcada no alt-rock.
Em "Angústia", o grupo se aproxima do Metal Alternativo com afinações mais baixas, riffs encorpados, linhas de baixo densas e vocais mais explosivos. A mudança sonora se reflete especialmente na interpretação da vocalista Ana Marques, que alterna entre o canto limpo e o vocal distorcido.
O recurso expande as possibilidades expressivas da faixa e evidencia a busca por novos caminhos técnicos sem romper com as características que definem a banda, como Ana contou: "Comecei a estudar distorções vocais oficialmente em 2024, e desde então venho pensando em como inseri-las nas composições sem que haja uma ruptura com o que fazíamos antes.
A ideia era mostrar uma evolução natural e maturidade musical." Gravada em 2025, a faixa conta com feat de Rodrigo Ferretti e funciona como uma apresentação do direcionamento musical de Retalhos.
https://www.youtube.com/watch?v=U72ivLVtii4 WRY Crédito: Eric Marques Entre a atmosfera densa do Shoegaze e as texturas sombrias do Pós Punk, o WRY tornou a solidão e a espera uma narrativa de contornos cinematográficos em “Décimo Andar”, novo single da banda paulista.
A faixa é o terceiro lançamento que antecipa o nono álbum do grupo, previsto para novembro, sucedendo as canções "Sob Os Olhos Da Multidão" e “No Meio Do Sonho”.
Com mais de duas décadas de trajetória e reconhecimento internacional, o WRY segue explorando novas camadas de sua identidade sonora no próximo trabalho, que será o segundo álbum da banda inteiramente cantado em português.
Em “Décimo Andar”, guitarras e atmosferas evocativas acompanham a letra construída a partir da imagem de alguém que observa a vida do lado de fora enquanto aguarda, durante a noite, a chegada de uma pessoa cuja existência parece incerta.
Em nota, o vocalista e compositor Mario Bross destacou: “A música surgiu de uma imagem: alguém sozinho à noite ouvindo a vida acontecer lá fora, enquanto espera por alguém que não está lá e talvez nunca esteve.
O décimo andar é alto e longe do chão, um lugar de espera e observação. Conseguimos fazer uma música enigmática, densa e melancólica que parece uma cena de filme." https://open.spotify.com/intl-pt/album/7qRckgyROoRdBupHDTbNvL.
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Tal movimento ganhou forma em “Angústia”, single que inaugura a divulgação de Retalhos, álbum de estreia do grupo previsto para janeiro de 2027.
Em “Angústia”, o grupo se aproxima do Metal Alternativo com afinações mais baixas, riffs encorpados, linhas de baixo densas e vocais mais explosivos.
A mudança sonora se reflete especialmente na interpretação da vocalista Ana Marques, que alterna entre o canto limpo e o vocal distorcido. O recurso expande as possibilidades expressivas da faixa e evidencia a busca por novos caminhos técnicos sem romper com as características que definem a banda, como Ana contou.
Em nota, o vocalista e compositor Mario Bross destacou.
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