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Corumbá - MS | Quarta-feira, 28 de outubro de 2026 | 14:51

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Egypt fines prominent editor Lina Attalah and shuts independent news outlet Mada Masr

Warnings of escalating clampdown on press freedom come after Cairo court convicts Attalah of managing an unlicensed website

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Lina Attalah, a diretora‑chefe da Mada Masr, retratada em 2017. Fotografia: Roger Anis/AP. Ver imagem em tela cheia. Lina Attalah, a diretora‑chefe da Mada Masr, retratada em 2017.

Lina Attalah, uma jornalista egípcia de destaque e editora‑chefe do portal de notícias Mada Masr, foi libertada da detenção pelas autoridades do Egito e teve seu site ordenado para ser fechado por um tribunal, em meio a uma repressão cada vez mais intensa à mídia independente no país.

Attalah was taken briefly into custody after a Cairo court convicted her of managing an unlicensed website, prompting fresh international concerns over press freedom in Egypt.

Attalah’s defence team had appealed that sentence, and a new court hearing was scheduled for 11 November, Azhari added.

Read moreAttalah founded Mada Masr in 2013, after coming to international prominence in 2011 during the Arab spring. An advocate for press freedom, she has been arrested on a number of occasions.

A detenção de Attalah e o fechamento ordenado da Mada Masr – que afirma ter solicitado licença para operar há três anos e não recebeu resposta das autoridades egípcias – seguem a prisão de toda a equipe de seis pessoas da plataforma independente de verificação de fatos Matsadaash, que foram acusadas de pertencer à Irmandade Muçulmana proibida.

Attalah’s legal team suggested she had been, in effect, ambushed during a court appearance, with a judge appointing a defence lawyer for her before security personnel detained her in the courtroom.

View image in fullscreenLina Attalah holds a meeting in the Mada Masr office in 2015. Photograph: Sabry Khaled/Sabry Khaled For The GuardianThe crackdown “can only mean that Egypt’s security agencies are moving from years of harassing independent media to wiping them out completely”, said Hossam Bahgat, the head of the Egyptian Initiative for Personal Rights (EIPR), who attended the court hearing.

De acordo com a EIPR, os recentes movimentos contra a mídia independente seguem uma frequência crescente de declarações do presidente egípcio, Abdel Fatah al‑Sisi, desde agosto, alegando uma conspiração para desestabilizar o país.

He has said he intended to remain in power until 2030 to protect Egypt from “traitors, criminals, and saboteurs”.

Reporters Without Borders disse que a decisão do tribunal foi “outrageous” e “shameful”, instando as autoridades a libertar Attalah “at once”. O Committee to Protect Journalists (CPJ) também condenou o veredicto.

Amnesty International said the verdict represented “a crushing blow to press freedom”.

Egypt is among the top jailers of journalists globally, with 25 currently behind bars, according to the CPJ. Attalah’s lawyers took steps to challenge the ruling, with a hearing in a retrial of the case scheduled for 11 November.

Reforçando as preocupações sobre a repressão, a Pen International emitiu uma declaração com várias dezenas de organizações da sociedade civil condenando as medidas.

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