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Assessores de Trump alertam que guerra com o Irã pode se estender até 2029, diz jornal

Conflito poderia terminar apenas após a posse do próximo presidente dos EUA, em janeiro de 2029. Informações do The Wall Street Journal contrastam com falas de

2 min de leitura
Assessores de Trump alertam que guerra com o Irã pode se estender até 2029, diz jornal

Os principais assessores da Casa Branca, incluindo o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio, alertaram em particular o presidente Donald Trump de que o conflito com o Irã pode se estender pelo restante do mandato, informou o Wall Street Journal nesta quarta-feira (9), citando autoridades norte-americanas.

  • O WSJ informou ainda que assessores de Trump discutem internamente a possibilidade de uma guerra prolongada, enquanto o governo mantém a pressão militar e econômica sobre o Irã.
  • Segundo o jornal, o Pentágono já estendeu parte da presença de tropas no Oriente Médio para 2027 e prepara novas rotações de forças na região.
  • EUA anunciam que vão endurecer a guerra contra o narcotráfico no Equador.
  • Inspeção no novo Air Force One atrasa decolagem de Trump; escorregador de emergência é acionado antes de decolagem.
  • Avião de Zelensky quase é atingido por drone a caminho de Oslo, diz premiê da Noruega.

Vídeo mostra petroleiro atacado pelos EUA naufragando.

Nas discussões privadas no Salão Oval e na Sala de Situação, os assessores disseram a Trump que Teerã poderia continuar resistindo à pressão dos EUA, o que levaria o conflito para além da posse do próximo presidente, em janeiro de 2029, segundo o jornal.

O alerta relatado pelo WSJ contrasta com as declarações públicas de Trump sobre a guerra. Nesta quarta-feira, o presidente disse esperar que o conflito termine "imediatamente" após as eleições de meio de mandato dos EUA, em novembro.

Segundo Trump, o Irã estaria tentando influenciar a votação, mas não conseguiria manter a resistência por muito mais tempo.

O presidente também afirmou que as negociações diplomáticas continuam sendo uma possibilidade, embora não sejam a opção preferida.

A Casa Branca não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

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