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Estudiantes bate Fla e Palmeiras terá revanche pelo tetra da América

Argentinos despacham Rubro-Negro nos pênaltis e reeditam final de 1968, conquistada justamente sobre o Verdão, que disputava sua 1ª final de Libertadores.

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O palco será o mesmo de 1968, mas que também foi o da conquista do bi: o Centenário, em Montevidéu. Em 2021, o Palmeiras levantou a taça na capital uruguaia ao superar o Flamengo por 2 a 1, em partida marcada pelo erro do volante Andreas Pereira - hoje no próprio Alviverde - que resultou no gol do atacante Deyverson, que assegurou o título.

A expectativa, aliás, era pelo repeteco daquela decisão. Seria inédito que os mesmos times se encontrassem pela terceira vez em uma final de Libertadores. Em 2025, os dois rivais disputaram a taça mais importante do continente no Estádio Monumental de Lima (Peru).

O Rubro-Negro ganhou por 1 a 0, gol do zagueiro Danilo, na revanche de 2021.

O Flamengo, porém, não fez a parte que lhe cabia e decepcionou os cerca de 70 mil torcedores que tomaram o Maracanã na expectativa pela sexta final de Libertadores do clube - seria a quarta em oito anos.

No tempo normal, mesmo com um homem a mais durante quase todo o segundo tempo, o time não saiu do zero com o Estudiantes, repetindo o placar do jogo de ida, no Estádio Jorge Luís Hirschi, em La Plata.

Na última quarta-feira (21), o Palmeiras avançou à oitava decisão de Libertadores ao eliminar o Fluminense. O Verdão perdeu por 1 a 0 no Nubank Parque, gol do volante Hércules, e também dependeu dos pênaltis, mas se deu melhor e ganhou por 5 a 3.

O goleiro Carlos Miguel salvou a cobrança do meia Nonato e foi o herói alviverde. Uma semana antes, no Maracanã, o time paulista havia ganhado por 2 a 1.

O Brasil está presente, de forma ininterrupta, em finais de Libertadores desde 2019. De lá para cá, esta será apenas a terceira vez, em oito edições, que a decisão não é 100% brasileira.

No primeiro ano da estatística, o Flamengo levantou a taça contra o River Plate. Em 2023, o Fluminense conquistou o título diante de outro argentino, o Boca Juniors.

A final deste ano isolará Brasil ou Argentina como país com mais títulos da Libertadores. Os dois acumulam 25 conquistas, sendo que o futebol brasileiro nunca ocupou sozinho o topo do ranking.

Em 1963, o bi do Santos levou o Brasil à liderança com as mesmas duas conquistas do Uruguai - ambas do Peñarol. Dois anos depois, a dupla teve a companhia da Argentina, com as taças em sequência levantadas pelo Independiente.

O tri do Peñarol, em 1965, significou a retomada da liderança pelo Uruguai. Os argentinos se igualaram aos vizinhos em 1967, após o título do Racing, e se isolaram no ano seguinte graças ao Estudiantes.

Em 2025, por fim, o Brasil voltou a dividir o topo da estatística após 60 anos.

Em números

  • O Flamengo, porém, não fez a parte que lhe cabia e decepcionou os cerca de 70 mil torcedores que tomaram o Maracanã na expectativa

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