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Eleições 2026

TSE nega ter mandado tirar canais políticos no WhatsApp do ar e pede isonomia nas plataformas

Presidente da Corte pediu um 'pente-fino' da Meta no canal 'Exército do Lula' do WhatsApp, que tem mais de 9 milhões de seguidores. Meta também deve responder s

2 min de leitura
TSE nega ter mandado tirar canais políticos no WhatsApp do ar e pede isonomia nas plataformas

TSE se reúne com representantes de grandes empresas de tecnologia para discutir tratamento igualitário a candidatos.

O tribunal também pediu que as plataformas digitais adotem as mesmas regras e medidas em relação às campanhas de candidatos que disputam o segundo turno, no próximo domingo (25).

A determinação atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que acusa o grupo de promover ações coordenadas nas redes sociais.

A empresa deverá informar se identificou sincronização de atividades, replicação sistemática de conteúdos e eventual amplificação artificial de publicações. Google e X também foram acionados para prestar esclarecimentos sobre a circulação de termos e hashtags entre os dias 18 e 20 de outubro.

Mais cedo, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que a Meta envie um relatório com um detalhamento das regras das plataformas sobre uso de inteligência artificial, distribuição de conteúdos políticos, veiculação de anúncios eleitorais e remoção de publicações.

O corregedor analisa um pedido de investigação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, contra o adversário nas urnas, senador Flávio Bolsonaro (PL).

A coligação do petista alega abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social, com suposto favorecimento da chapa adversária pelas plataformas digitais, além de restrições ao alcance de conteúdos favoráveis a Lula e falhas na distribuição de propaganda eleitoral.

Na manhã desta sexta (23), ministros do TSE responsáveis pela área de propaganda eleitoral se reuniram com representantes das plataformas Meta, X, Google, TikTok e Kwai no país.

Segundo o tribunal, os participantes da reunião discutiram providências para o atendimento da legislação eleitoral.

O ministro Kassio Nunes Marques, pediu reforço de pessoal e atuação isonômica por parte das plataformas a fim de garantir o cumprimento do plano de conformidade assinado por todas as empresas.

Entenda o vai e vem das decisões sobre o caso.

A disputa começou depois que a campanha de Flávio Bolsonaro pediu ao TSE a suspensão do "Exército do Lula", alegando divulgação de informações falsas.

Uma análise técnica do TSE não identificou conteúdos falsos entre as publicações que estavam no ar e foram examinadas.

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