Foi esse o cenário encontrado pela Corregedoria da Polícia Civil durante uma diligência no 1º DP de Barueri, na Grande São Paulo. A vistoria ocorreu no contexto de uma apuração aberta após uma denúncia anônima recebida em 11 de outubro de 2024, sobre uma carga de celulares apreendida por policiais da unidade.
O registro do flagrante foi formalizado no dia seguinte.
Em mensagem, advogado fala sobre pagamento de "acerto" com policiais.
Investigador José Adriano Pereira da Silva Nishi.
Policial Civil Bruno Moreno dos Santos.
Viatura escolta carga em rodovia de SP.
Carro a Polícia Civil durante escolta de carga de descaminho.
Parte da propina era paga em dinheiro vivo.
Empresário Thiago Marcel Magnabosco.
Dentro de um saco de lixo, em uma sala trancada, os corregedores localizaram 49 celulares lacrados. Segundo os documentos, obtidos pela coluna, os aparelhos eram dos mesmos modelos e marcas daqueles relacionados a uma carga formalmente apreendida pela delegacia.
A sala era vinculada ao investigador-chefe Marcos Vinicius de Souza Melo (imagem em destaque), preso nesta sexta-feira (28/8) em uma operação conjunta do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e da da Corregedoria Geral da Polícia Civil.
Em números
- Policial preso mantinha 49 celulares no lixo e R$ 19 mil em delegacia de SP