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Polícia Penal apreende 26 celulares e grande quantidade de drogas em presídio no Rio

Ação faz parte da Operação Illicitus, que busca impedir a comunicação entre presos e integrantes de organizações criminosas que estão em liberdade. Já foram mai

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Polícia Penal apreende 26 celulares e grande quantidade de drogas em presídio no Rio

A ação faz parte da Operação Illicitus, da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), que intensificou as fiscalizações nas unidades prisionais desde agosto.

Já foram mais de 600 celulares apreendidos.

Entre os materiais apreendidos estão 230 trouxinhas de pó branco, sete invólucros da mesma substância, 88 trouxinhas de massa resinosa, 20 invólucros de massa resinosa e 440 trouxinhas de erva seca picada.

A quantidade e a natureza exatas das substâncias ainda devem ser confirmadas pela perícia.

A operação tem como objetivo combater a entrada e a circulação de materiais proibidos nos presídios e, principalmente, interromper a comunicação entre criminosos que estão presos e integrantes de organizações criminosas que permanecem em liberdade.

As revistas são realizadas pelas subsecretarias Operacional e de Inteligência e pela Corregedoria-Geral da Polícia Penal.

A Operação Illicitus foi intensificada em agosto e tem como alvos presos, visitantes e policiais penais que eventualmente estejam envolvidos na entrada ou circulação de materiais ilícitos nas unidades.

Além dos celulares, os agentes procuram drogas e outros itens proibidos.

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Desde o início da operação, em agosto, a Seppen afirma ter apreendido centenas de celulares e mais de oito quilos de drogas em unidades prisionais do estado.

A secretaria afirma que as ações têm como objetivo enfraquecer a atuação do crime organizado a partir dos presídios e garantir a segurança no sistema prisional fluminense.

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