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'Dark Horse': produtora pede que Mendonça suspenda investigação em SP e leve caso ao STF

Defesa argumenta que inquérito mira financiamento do filme, fato já apurado em investigação no STF. "Dark Horse" é uma cinebiografia sobre a trajetória do ex-pr

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'Dark Horse': produtora pede que Mendonça suspenda investigação em SP e leve caso ao STF

A defesa de Karina Gama, dona da produtora responsável pelo filme "Dark Horse", cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu nesta quarta-feira (26) ao ministro André Mendonça que suspenda as investigações que tramitam contra ela na Justiça Estadual de São Paulo e leve o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Karina é dona do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e sócia da empresa Go UP Entertainment, responsável pelo filme Dark Horse, uma cinebiografia sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

🎥O filme "Dark Horse" ganhou notoriedade após a divulgação, pelo site Intercept Brasil, de conversas entre o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do banco Master, em que o filho de Jair solicita recursos para financiar a produção cinematográfica.

A Polícia Civil de São Paulo investiga se parte dos recursos foi desviada para financiar o filme "Dark Horse". O inquérito é conduzido pela 2ª Delegacia de Investigações sobre Crimes contra a Administração do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).

Mendonça é relator no STF de uma investigação que apura repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a produção do filme "Dark Horse.

A defesa de Karina argumenta que foram anexadas ao processo diversas notícias que buscavam conectar as supostas irregularidades na licitação da Prefeitura de São Paulo com a origem e a aplicação de recursos financeiros do Banco Master, destinados à produção do filme Dark Horse.

A defesa da produtora argumenta que, como o objeto da investigação é o mesmo — o financiamento do filme sobre o ex-presidente — que está sob comando de Mendonça no STF, o caso deveria ser centralizado na Corte.

Os advogados de Karina argumentam que o inquérito continua tramitando na Justiça de São Paulo, o que configura um “desrespeito à competência” do Supremo Tribunal Federal.

A defesa argumenta que já foi decretada busca e apreensão e medidas cautelares relacionadas à inteligência financeira, podendo assim, o MP apresentar denúncia a qualquer momento.

Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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