A Prefeitura de Tatuí (SP) abriu, nesta quinta-feira (27), uma investigação para apurar uma denúncia de agressão contra uma professora da Escola Municipal de Educação Básica (Emei) Yolanda de Castro del Fiol, no bairro São Cristóvão.
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Segundo a prefeitura, a mãe de um aluno de três anos relatou que o filho teria dito que foi agredido pela professora. A mulher também registrou um boletim de ocorrência sobre o caso.
Segundo a mãe, na terça-feira (25), a criança voltou da escola para casa com um machucado no rosto. Ao ser questionado sobre o que havia acontecido, o menino teria dito que foi agredido pela professora.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, a irmã mais velha viu o menino chorando dentro da unidade no mesmo dia. Ao perguntar ao irmão o que havia acontecido, a professora teria pedido que ela se afastasse da criança.
Diante da situação, a mãe decidiu ir até a escola para conversar com a professora, mas afirmou que teve o pedido negado por funcionários da unidade.
Ainda conforme o registro, a mãe também afirmou que teve o pedido de acesso às imagens das câmeras de monitoramento da escola negado. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
A criança chegou a ser levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. Segundo a mãe, no entanto, o atendimento médico não foi realizado naquele momento porque o boletim de ocorrência ainda não havia sido registrado.
Ela afirmou que o menino continua com um hematoma no rosto.
Em nota, a Prefeitura de Tatuí informou que disponibilizará uma assistente social para acompanhar a família, oferecendo o suporte e o acolhimento necessários, além de realizar os encaminhamentos pertinentes à rede de atendimento.
A Secretaria Municipal de Educação também informou que já ouviu a diretora da unidade e a professora envolvida. As imagens das câmeras de monitoramento da escola foram solicitadas e serão analisadas para contribuir com a apuração do caso.
A prefeitura apontou que não há, até o momento, nenhum registro formal de que a professora tenha assumido a agressão. Por isso, a administração municipal afirmou que não pode confirmar o caso como fato comprovado enquanto a investigação estiver em andamento.
*Colaborou sob supervisão de Larissa Pandori.
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