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Política Revisado por ULTRA AI

Suplente de Pacheco no Senado apoiou Bolsonaro em 2018

Renzo Braz (PP-MG) votou pelo impeachment de Dilma Rousseff e defendeu nomeação de Moro como ministro

2 min de leitura
Política — imagem padrão

Renzo Braz (PP-MG), suplente do senador Rodrigo Pacheco (PSB), declarou apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018 e poderá tirar do governo Lula um voto até o final da atual legislatura.

Ele deve assumir a cadeira com a eleição de Pacheco para ministro do TCU (Tribunal de Contas da União).

Ele também defendeu a indicação do ex-juiz Sergio Moro como ministro da Justiça no governo Bolsonaro. "Esse é o Brasil que eu quero. Parabéns ao nosso presidente Jair Bolsonaro pela indicação do juiz Sergio Moro como ministro da Justiça", disse nas redes sociais.

Como deputado federal, em 2013, foi contra a abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra o então deputado Jair Bolsonaro. Ele votou a favor do relatório que pediu o arquivamento do processo.

Em 2016, votou a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Em 2019, também defendeu a privatização dos Correios. Nas redes, disse que era preciso acabar com a "cabide de empregos no Brasil" ao repostar um vídeo que defendia a privatização da estatal.

A previsão é que Pacheco assuma a cadeira no TCU (Tribunal de Contas da União) antes das eleições. Com isso, Renzo Braz pode participar de votações importantes para o governo no Senado, como a PEC do fim da 6x1 e o orçamento de 2027.

O atual mandato termina em 1º de fevereiro do ano que vem.

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Fontes consultadas

  • Folha Poderlink

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