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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa sobe com IBC-Br, Focus, eleições e guerra no radar

Acompanhe o que movimenta a bolsa, ações, dólar, juros e commodities nos negócios do pregão desta segunda-feira (17).

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Negócios — imagem padrão

Bolsas dos EUA começam semana sem direção.

Investidores em Wall Street seguem monitorando os sinais das conversas no Oriente Médio, com o Estreito de Ormuz praticamente sem tráfego, mas o petróleo sobe com pouca amplitude.

Do outro lado, ações de tecnologia impulsionam o sentimento. “Houve uma mudança nas expectativas das taxas de juros, o que afetou algumas dessas empresas de tecnologia.

Acho que isso ajuda a explicar a grande alta recente que tivemos no setor de tecnologia, depois de um julho relativamente tranquilo, em que tivemos resultados corporativos fortes, mas, na realidade, o setor não teve um desempenho muito expressivo”, disse à CNBC Rory McPherson, estrategista-chefe de mercado da Wren Sterling.

Indicador técnico mostra Embraer em região de sobrecompra, enquanto Marcopolo entra em sobrevenda após forte queda.

O acordo que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou em Versalhes em junho, estabeleceu um prazo ambicioso de 60 dias para encerrar a guerra com o Irã e chegar a um acordo sobre seu programa nuclear.

O prazo final era esta segunda-feira 17, e as duas partes estão mais distantes do que estavam naquela época. As negociações, na medida em que existem, têm se concentrado na reabertura do Estreito de Ormuz e no levantamento do bloqueio americano ao Irã, ambos previstos no acordo provisório.

Não há indícios de qualquer concessão em relação ao estreito, nem mesmo de que negociações nucleares detalhadas tenham começado. Os EUA, por sua vez, não têm boas opções para sair da guerra que iniciaram ao lado de Israel.

Ceder às últimas exigências do Irã significaria dar-lhe o controle sobre uma via navegável internacional crucial, que transportava um quinto do petróleo e gás comercializados no mundo antes da guerra – e seria equivalente a admitir a derrota.

O Irã intensificará as tensões no Estreito de Ormuz e em toda a região se a diplomacia com os EUA falhar, disse uma autoridade iraniana de alto escalão à Reuters nesta segunda-feira, apontando para uma mudança na política iraniana, que agora prioriza a ofensiva em vez da defensiva.

Assessor de Lula afirma que período de negociação já foi longo e defende que governo esteja preparado para adotar contramedidas.

update 9h29 Ibovespa futuro renova mínima, com -0,24%, aos 169. 590 pontos update 9h27 Colheita da segunda safra de milho no centro-sul avança para 85%, aponta AgRural A colheita da segunda safra de milho na região centro-sul do Brasil alcançou 85% da área até a última quinta-feira, contra 79% uma semana antes e 94% registrados um ano atrás, segundo levantamento da AgRural divulgado nesta segunda-feira.

Em nota, a consultoria apontou que os trabalhos estão praticamente finalizados em Mato Grosso e mostram “bom avanço” em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

Já o destaque negativo da semana foi o Paraná, “onde o excesso de umidade seguiu dificultando a entrada das máquinas no campo”. A AgRural informou ainda que teve início o plantio do milho verão 2026/27 no Rio Grande do Sul, com 0,3% da área estimada para a safra, contra 1,6% observado um ano atrás.

Índice subiu 0,2% no segundo trimestre sobre o trimestre anterior.

update 8h57 Preços dos combustíveis no Brasil aumentam a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 81 dias reajuste dos preços da gasolina.

Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 78 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz diminuiu durante o fim de semana, segundo dados de rastreamento de navios da Kpler, após ataques a petroleiros, enquanto as negociações entre Estados Unidos e Irã para resolver o conflito no Oriente Médio estão paralisadas.

Cinco navios mercantes transitaram pelo estreito no sábado, sem nenhum registro no domingo, segundo os números, contra 31 no fim de semana anterior.

O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, defendeu neste domingo (16) a execução diária de dezenas de palestinos na Faixa de Gaza. “Acho que deveriam ser realizadas execuções seletivas em Gaza, eliminando de 30 a 40 pessoas todas as noites.

Não apenas aquelas que representam uma ameaça imediata. Há pessoas lá que não são dignas de viver. Elas não deveriam viver. Elas nem sequer são gente”, disse Ben-Gvir, no podcast de Rom Braslavski, um ex-refém do Hamas em Gaza.

No passado, declarações semelhantes de Ben-Gvir e de outras autoridades israelenses foram amplamente condenadas. Muitas delas foram apresentadas à Corte Internacional de Justiça da Organização das Nações Unidas (ONU) como evidência de intenção genocida.

Fonte: Associated Press. Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

update 8h44 Enviado de Trump discute plano para Gaza com Netanyahu após rara reunião com Hamas O gabinete de Netanyahu não respondeu ​imediatamente a um pedido de comentário.

Entre as quatro maiores instituições financeiras do país, a mensagem ecoou em uníssono: redução da exposição a tomadores mais arriscados e ao crédito sem garantia.

A economia da China perdeu impulso no início do segundo semestre, com a produção industrial e as vendas no varejo apresentando desaceleração, conforme problemas causados pelo clima extremo e a fraqueza da demanda interna renovam a pressão sobre as autoridades para que intensifiquem os estímulos.

Os dados decepcionantes, após um crescimento no segundo trimestre que desacelerou para o menor nível em três anos e meio, destacam a dependência contínua da China das exportações para compensar a fraqueza do consumo e dos investimentos, mesmo diante dos obstáculos causados pelas tarifas dos EUA e pelo conflito no Oriente Médio.

A produção industrial cresceu 4,5% no mês passado em relação ao mesmo período do ano anterior, em comparação com 5,3% em junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS), ficando abaixo da previsão de 4,8% de crescimento em pesquisa da Reuters.

Gatilhos técnicos na curva de juros se encontram com uma dívida pública cada vez mais dependente de papéis pós-fixados, e após sessão de estresse na sexta-feira (14).

Ao InfoMoney Entrevista, Eduardo Fischer, CEO da MRV&CO, falou sobre o gargalo estrutural de mão de obra no setor, os impactos da reforma tributária, o “ato de fé” de construir no Brasil e a próxima fronteira da moradia.

update 8h21 Trump afirma que Irã não pode ter uma arma nuclear O presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou nesta segunda-feira que o Irã não pode possuir uma arma nuclear, em meio à falta de avanços nos esforços diplomáticos para resolver o conflito no Oriente Médio.

Mudança seria uma evidência de interferência na circulação de conteúdos políticos.

As vendas do varejo brasileiro cresceram 4,7% em julho na comparação com o mesmo mês de 2025 e avançou 0,9% ante junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela empresa de meios de pagamento StoneCo.

Na base mensal, cinco dos oito segmentos do varejo pesquisados apresentaram crescimento em julho, com a maior alta sendo registrada na categoria Artigos Farmacêuticos (2,5%), segundo a Stone.

Já na comparação com julho de 2025, sete dos oito segmentos analisados apresentaram crescimento. A maior alta foi observada em Combustíveis e Lubrificantes (9,1%).

O único segmento que teve queda foi Tecidos, vestuário e calçados (-5,6%). No recorte regional, 24 estados tiveram crescimento de vendas em julho na comparação anual, sendo o maior avanço ocorrendo em Roraima (18,2%).

Olhando para as regiões, o Norte apresentou o maior crescimento, com alta de 6,6%. Para o economista e pesquisador da Stone, Guilherme Freitas, o avanço registrado em julho consolida a retomada iniciada no mês anterior, mas ainda ocorre em um ambiente de condições financeiras restritivas.

A economia do Japão desacelerou no segundo trimestre e ficou aquém das previsões do mercado devido à fraqueza nos gastos das famílias e das empresas, destacando a fragilidade de sua recuperação, enquanto a guerra no Oriente Médio afeta as perspectivas.

No entanto, os rendimentos dos títulos de longo prazo atingiram o maior nível em três décadas, já que os investidores deixaram de lado os dados fracos, considerando-os reflexo de fatores pontuais, e se concentraram mais nos crescentes riscos inflacionários que podem levar o Banco do Japão a aumentar a taxa de juros no próximo mês.

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,1% em termos anualizados, segundo dados do governo divulgados nesta segunda-feira, ficando abaixo da estimativa mediana de 2,0% em uma pesquisa da Reuters e abaixo da expansão revisada de 1,9% no trimestre anterior.

Embora os dados tenham revelado algumas fraquezas temporárias na demanda, analistas afirmam que o ímpeto subjacente robusto e as pressões persistentes sobre os preços provavelmente manterão intactos os argumentos a favor de aumentos iminentes da taxa de juros.

Os preços dos barris de petróleo operam com ganhos devido aos novos confrontos no Líbano e aos ataques a embarcações no Estreito de Ormuz, que complicaram as perspectivas de um acordo para pôr fim à guerra entre os EUA e o Irã.

Pelo menos 11 pessoas morreram em ataques israelenses no sul do Líbano no sábado, informou o Ministério da Saúde libanês, um dos ataques mais mortíferos nas semanas desde que o país concordou com um acordo de paz mediado pelos EUA com o vizinho Israel.

As cotações do minério de ferro fecharam em baixa, com dados mostrando uma contração recorde nos novos empréstimos em yuan da China, reforçando as preocupações com a fraca demanda por crédito na segunda maior economia do mundo.

As ações da China e de Hong Kong registraram alta nesta segunda-feira, impulsionadas pelos setores de tecnologia, com as fabricantes de chips apresentando forte alta graças aos sólidos resultados financeiros.

Uma série de dados divulgados na segunda-feira mostrou que a economia chinesa perdeu impulso no início do segundo semestre, com a produção industrial e as vendas no varejo desacelerando.

Isso segue os dados de empréstimos bancários de julho, divulgados no final da semana passada, que mostraram uma contração recorde à medida que a demanda por crédito enfraqueceu.

As ações europeias registravam uma ligeira alta nesta segunda-feira, impulsionadas pelos setores de recursos básicos, à medida que os preços do ouro subiam, enquanto as expectativas mais moderadas em relação a um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve sustentavam o ânimo do mercado.

O Goldman Sachs elevou, na sexta-feira, sua meta de 12 meses para o STOXX 600, prevendo que o índice de referência pan-europeu alcance 695 pontos, ante os 660 anteriores, o que implica um potencial de alta de cerca de 5,5% em relação aos níveis atuais, citando o crescimento econômico resiliente e os sólidos lucros corporativos.

Os índices futuros do Nasdaq e do S&P sobem nesta segunda-feira (17), com investidores reduzindo as apostas de que o Federal Reserve (Fed) aumentará as taxas de juros em setembro.

A mudança de percepção ocorre após uma sequência de dados mais fracos sobre a economia americana. As vendas no varejo dos EUA recuaram 0,6% em julho, na primeira queda em nove meses, enquanto a confiança do consumidor também se deteriorou em agosto.

Os números se somam aos dados recentes de inflação, que reforçaram a expectativa de menor pressão sobre o Fed. A probabilidade de um aumento no próximo mês está agora precificada em 30%, uma queda acentuada em relação aos cerca de 50% da semana anterior, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

O IPC-S da segunda quadrissemana de agosto de 2026 caiu 0,39% e acumula alta de 3,91% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação.

A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Habitação cuja taxa de variação passou de 0,41%, na primeira quadrissemana de agosto de 2026 para -1,29% na segunda quadrissemana de agosto de 2026.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) caiu 0,51% em agosto. No mês de julho, a taxa havia sido de ‑1,13%. Com este resultado, o índice acumula alta de 1,48% no ano e de 2,00% em 12 meses.

Em agosto de 2025, o IGP-10 havia subido 0,16% e acumulava alta de 2,84% em 12 meses.

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Em números

  • ?Acho que deveriam ser realizadas execuções seletivas em Gaza, eliminando de 30 a 40 pessoas todas as noites
  • Pelo menos 11 pessoas morreram em ataques israelenses no sul do Líbano

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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