O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) acusou nesta quinta-feira (10) o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de promover uma “tentativa de interferência política” nas eleições ao autorizar uma operação da Polícia Federal relacionada ao filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.
Flávio deu a declaração durante agenda de campanha em Boa Vista, após a PF cumprir mandados em uma investigação sobre o destino de recursos públicos enviados a entidades ligadas à produtora do longa.
Em seguida, o candidato vinculou a operação ao calendário eleitoral.
?Estreante’ no cinema: quem é Karina Gama, alvo de operação que mira Dark Horse.
Moradora da Brasilândia já havia sido alvo de ação policial por suspeitas de irregularidades em contratação do Instituto Conhecer Brasil para instalar pontos de Wi-Fi em SP.
Na mira da PF, Dark Horse foi usado por Andrei para pedir a Dino retorno à PF.
Diretor-geral da PF retomou o cargo por decisão do ministro do STF, que contrariou André Mendonça.
A PF apura se os recursos públicos foram desviados e se houve a prática de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A investigação busca esclarecer a relação entre os repasses feitos às entidades e a estrutura envolvida na produção de “Dark Horse”. Flávio sustenta que o filme não recebeu recursos públicos e nega qualquer irregularidade no projeto.
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