A Starman Optical, uma empresa privada que fabrica transceptores ópticos nos EUA para uso em centros de dados de IA, ficará com 90% da GoPro conforme o acordo anunciado nesta terça-feira, com os acionistas atuais da fabricante de câmeras detendo o restante.
As empresas afirmaram em um comunicado conjunto que o acordo posiciona melhor a GoPro, que depende do mercado de consumo, para capitalizar suas mais de 2. 500 patentes nos EUA, inclusive em soluções ópticas e de imagem, ao explorar os mercados comercial, militar e de inteligência artificial.
Isso sugere que os investidores estão esperando uma oferta mais alta.
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O negócio ainda precisa passar pela aprovação de órgãos de concorrência e agências regulatórias e deve ser concluído até o último trimestre de 2026.
Um recente aumento nos preços dos chips de memória, impulsionado pela expansão da infraestrutura de IA das grandes empresas de tecnologia, agravou a pressão, forçando a GoPro a alertar, em junho, sobre dúvidas substanciais quanto ao seu futuro.
Como parte do acordo firmado nesta terça-feira, a Starman incorporará seus transceptores ópticos, componentes que permitem que equipamentos de rede enviem dados por meio da luz, ao portfólio da GoPro.
As empresas também afirmaram que pretendem trazer de volta aos EUA a produção de alguns equipamentos ópticos essenciais, sem especificar um cronograma.
Várias empresas, incluindo a Allbirds, agora conhecida como Smartbird, mudaram seu foco para a IA nos últimos meses, atraídas por um aumento nos investimentos no setor.
Ao contrário de algumas delas, a GoPro continuará com seus negócios voltados para o consumidor final.
Em números
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