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Combustível de avião já subiu 53% no ano e aumenta pressão sobre preço das passagens aéreas

Petrobras elevou em 13,9% o preço do querosene de aviação para setembro. Combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas.

2 min de leitura
Combustível de avião já subiu 53% no ano e aumenta pressão sobre preço das passagens aéreas

O aumento pode pressionar o preço das passagens aéreas nos próximos meses, já que o combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas.

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Segundo a Petrobras, a alta reflete o aumento dos preços internacionais do combustível de aviação, pressionados pela guerra no Oriente Médio.

Para Fábio Murad, consultor da Wiser Asset, a alta aumenta a pressão sobre o preço das passagens, mas não significa que as tarifas aéreas subirão na mesma proporção.

Isso porque o preço final das passagens também depende de outros fatores, como.

Por isso, o repasse do aumento do combustível para as passagens pode variar conforme a rota e o momento da compra.

A Petrobras informou ainda que retomará em setembro o programa que permite às distribuidoras parcelar os reajustes do QAV. Com a medida, o aumento poderá ser dividido em três parcelas mensais, para reduzir o impacto financeiro das oscilações do mercado internacional.

Conflitos internacionais podem provocar oscilações no preço do combustível e tornar o valor das passagens mais imprevisível. Para o consumidor, a recomendação é evitar deixar a compra da passagem para a última hora.

Murad sugere pesquisar os preços com antecedência, acompanhar as tarifas durante alguns dias, ter flexibilidade de datas e horários e, quando possível, comparar voos em aeroportos próximos.

Também é importante considerar o custo total da viagem, incluindo bagagem e outros serviços, e não apenas o preço inicial da passagem.

O especialista recomenda ainda cautela ao esperar que as passagens fiquem mais baratas caso o preço do combustível recue no futuro.

Gustavo Assis, CEO da Asset, afirma que o principal é tratar a viagem como uma despesa planejada, e não como um gasto inesperado. Segundo ele, o dinheiro deve ser separado com antecedência para que, na medida do possível, a viagem não comprometa o orçamento da família.

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Fontes consultadas

  • G1 Economialink

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