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Negócios

Bienal bate recorde de público: lista de livros mais vendidos no evento

A 28.ª edição do evento ficou marcada por diversos momentos de lotação, com corredores cheios e filas para alguns estandes ou ativações

8 min de leitura
Negócios — imagem padrão

A Bienal do Livro de São Paulo chegou ao fim neste domingo, 13. Em funcionamento desde o dia 4 de setembro, no Distrito Anhembi, o evento englobou dois fins de semana e contou com corredores lotado em boa parte dos dias.

  • Book charms: conheça tendência dos mini livros chaveiros que cresce na Bienal.
  • Seis livros para quem quer retomar as rédeas da vida e enfrentar o medo.
  • Jantar secreto (edição especial), Raphael Montes.
  • Dias perfeitos (edição especial), Raphael Montes.
  • Box Amores improváveis, Elle Kenedy.
  • O acordo (série Amores improváveis), Elle Kenedy.
  • Uma mulher no escuro, Raphael Montes.
  • O risco (série Mindf*ck), S. T. Abby.
  • Bom dia, Verônica, Raphael Montes e Ilana Casoy.
  • Bill Ackman: Livro que inspirou Buffett e “bico” de US$ 14 mil mudaram minha carreira.
  • Milhões de livros são comprados para alimentar IAs; e muitos deles, destruídos.
  • Lembranças de quando te amei – Paola Aleksandra.
  • A canção dos dragões perdidos – Sarah A. Parker.
  • O despertar da lua caída – Sarah A. Parker.
  • O profeta de ferro – Cristina Bomfim.
  • Box de Luxo Pocket – O Senhor dos Anéis + O Hobbit – J.R.R. Tolkien.
  • Cartas de um Diabo a seu Aprendiz – C.S. Lewis.
  • Diário de uma garota esquisita 2: entre likes e surtos digitais – Thalita Rebouças.
  • Coração de Cristal Partido (Ariani Castelo).
  • Kiwi e Os Garotos Perdidos (Ana Jeckel).
  • Bons Tempos: Yesteryear (Caro Claire Burke).
  • O Abismo de Celina (Ariani Castelo).
  • A Hora da Estrela (Clarice Lispector).
  • Box com a trilogia Jogos Vorazes (Suzanne Collins).
  • Amanhecer na Colheita (Suzanne Collins).
  • Ambiente dos mercados está mais perigoso do que costumava ser, diz Andrew Ross Sorkin.
  • Amazon vai descontinuar suporte a modelos antigos do Kindle; veja quais.
  • Melhor do que nos filmes, de Lynn Painter.
  • O massacre da família Hope, de Raley Sager.
  • Não é como nos filmes, de Lynn Painter.
  • A guerra da papoula, de R. F. Kuang.
  • Adversária do Vilão (Hannah Nicole Maehrer).
  • Diários de uma apotecária (Natsu Hyuuga).
  • Box da série Os Naturais (Jennifer Lynn Barnes).
  • Meu Mafioso Favorito (Babi A. Sette).
  • A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver (Ana Claudia Quintana Arantes).
  • Jogo de Amor para Dois (Ali Hazelwood).
  • A música da minha vida – volume 1, de Paula Pimenta.
  • Era uma vez um coração partido, de Stephanie Garber.
  • Balada do felizes para nunca, de Stephanie Garber.
  • Minha vida fora de série – 1ª temporada, de Paula Pimenta.
  • O que resta de nós, de Virginie Grimaldi.
  • A lenda da caixa das almas, de Paola Siviero.
  • A relíquia perdida, de Alejandro G. Roemmers.
  • Fazendo meu filme – volume 1, de Paula Pimenta.
  • Talvez você deva conversar com alguém, de Lori Gottlieb.
  • Andresa Rios (Até que a Morte nos Contrate).
  • 57% de aumento na média de faturamento dos expositores em relação a 2024.
  • 154 mil servidores da rede municipal beneficiados.
  • 2 mil servidores e colaboradores da Secretaria Municipal de Cultura de SP.

Segundo informações da organização, trata-se da “maior edição da história”: foram cerca de 760 mil visitantes no decorrer dos 10 dias. O recorde pertencia à última edição, de 2024, com 722 mil.

Consta ainda um aumento de 57% em relação à média de faturamento dos expositores, comparado à Bienal anterior.

Os destaques da Bienal do Livro de SP em 2026 A 28.ª edição do evento ficou marcada por diversos momentos de lotação, com corredores cheios e filas para alguns estandes ou ativações.

Houve alguns cancelamentos de última hora, como o da ministra do STF, Carmen Lúcia, e da biógrafa de Freddie Mercury, Lesley-Ann Jones, mas nada que comprometesse o andamento geral.

Entre os destaques, a grande presença do público jovem, que comprou livros de autores diversos, muitos que fazem sucesso em redes sociais, como Lynn Painter ou Ali Hazelwood.

Mas não se engane: entre as obras, muitos com mais de 500 páginas (confira uma lista dos principais aqui).

A Bienal do Livro de São Paulo em 2026 ainda consolidou tendências como os Book Charms (livros em formato de chaveiro) e o uso de cashback dos ingressos para compras no local.

Por fim, ganhou repercussão ainda o caso envolvendo um homem mascarado como o personagem Ghostface que, no estande da Fruto Proibido, protagonizou vídeos em que beijava e fazia outros tipos de atos sugestivos com visitantes.

A editora alega que não contratou o indivíduo, que compareceu fantasiado de maneira espontânea (entenda o caso aqui).

Multa de R$ 17 mil: Entenda novas regras para passageiros e quando se aplicam.

A nova regra foi anunciada em meio ao aumento dos registros de indisciplina nos voos.

Quais foram os livros mais vendidos.

Em declarações ao Estadão, as principais editoras presentes no evento relataram aumento das vendas e compartilharam a lista de títulos mais vendidos. Veja abaixo os destaques de cada uma.

A Companhia das Letras destacou um aumento de 67% em relação ao faturamento e de 55% em relação ao volume das vendas na Bienal de São Paulo em 2026, comparado à edição anterior, incluindo seus selos como Bloom Brasil, Seguinte e Paralela.

O fundador e CEO da editora, Luiz Schwarcz, destacou o evento como “a Bienal da esperança, pela presença maciça de jovens com entusiasmo e amor pelos livros.”.

Entre os destaques, o autor Raphael Montes, que emplacou o 1.º, o 2.º, o 4.º, o 5.º, o 6.º, o 8.º, o 12.º e o 15.º livros mais vendidos da editora. Confira a lista do Top 15 da Companhia das Letras na Bienal 2026 abaixo.

A editora, que detém os direitos de venda de autores clássicos como J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis e Agatha Christie, “superou em duas vezes e meia o faturamento de 2024”, englobando todos os seus selos, como Pitaya, HarperKids, Thomas Nelson Brasil e Harlequin, segundo comunicado divulgado à imprensa.

Confira a lista de livros mais vendidos abaixo.

A editora, cujo estande teve decoração remetendo a antigos cinemas de rua, apresentou um faturamento 121% maior em relação a 2025, o “a maior de todos os tempos para a editora” em bienais do livro.

A editora Intrínseca destacou um aumento de 85% em seu faturamento, comparado à edição de 2024. Entre os momentos de maior lotação, as sessões de autógrafos de SenLinYu.

A instituição ressalta os gêneros de fantasia e comédias, seguidos também por suspense e terror.

Lynn Painter, uma das autoras favoritas do público adolescente, emplacou seis títulos entre os livros mais vendidos da editora neste ano. Confira abaixo.

Segundo informações de Mauro Palermo, diretor da editora, houve aumento de 100% na comparação com as vendas de 2024. O estande contou com a presença de nomes como Hannah Bonam-Young e Bal Khabra.

O Top 5 de livros mais vendidos da Globo e Alt na Bienal foi o seguinte.

A editora informou o número de 170 mil livros vendidos até este domingo, 13, um ganho de 76% em relação ao mesmo período da última Bienal em São Paulo – os brasileiros, porém, contaram com aumento de 30%.

A Record informa que “os autores de maior peso na soma total de vendas” são Colleen Hoover, Sarah J. Maas, Holly Black, Freida McFadden, Carla Madeira e Babi A.

Sette. Entre os livros mais vendidos em 2026 estão.

Editoras Sextante e Arqueiro na Bienal do Livro 2026.

A Sextante e a Arqueiro, parte do mesmo grupo editorial, relatam um aumento de 82% em relação à edição anterior da Bienal do Livro em SP.

Os números foram impulsionados pela venda de títulos de Ali Hazelwood, neurocientista italiana cujos livros viralizaram no TikTok, e até ganharam adaptações para a Netflix.

Destaque também para Murdoku, que mistura a solução de mistérios com o clássico Sudoku.

O grupo editorial destacou um aumento de 84% em relação à arrecadação total em comparação à edição de 2024. Em relação à Bienal do Rio de Janeiro do ano passado, por exemplo, a quantidade foi 160% maior.

A Buzz Editora, que contou com sessões de autógrafos, rodas de conversa e encontros de autores, relatou um “crescimento de 360% nas vendas”, impulsionados graças ao selo Neon, voltado ao público jovem.

Segundo a empresa, três autoras brasileiras foram responsáveis pela venda de mais de 4 mil livros durante o período da Bienal.

Os números da Bienal do Livro de SP 2026, segundo organizadores.

Em números

  • Egundo informações da organização, trata-se da “maior edição da história”: foram cerca de 760 mil visitantes no decorrer dos 10 dias
  • O recorde pertencia à última edição, de 2024, com 722 mil
  • Multa de R$ 17 mil: Entenda novas regras para passageiros e quando s
  • A editora informou o número de 170 mil livros vendidos até este domingo, 13, um ganho de

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