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Mundo Revisado por ULTRA AI

50 anos após morte de Mao, memória do líder chinês é transformada em nostalgia

Em cidade que ainda vive de acordo com princípios maoístas, imagens dele aparecem por toda parte

1 min de leitura
Mundo — imagem padrão

Bandeiras carmesim tremulam na praça O Oriente é Vermelho em Nanjie, sob o calor escaldante do verão, enquanto alguns turistas tiram fotos em frente a uma estátua branca do líder histórico Mao Tsé-Tung.

Chamado de Grande Timoneiro, ele morreu em 9 de setembro de 1976 e é uma figura proeminente em Nanjie, na província central de Henan, considerada "a última vila maoísta da China.

A nostalgia pelos ideais igualitários de Mao cresce na China à medida que a memória de seu governo turbulento se desvanece e o país enfrenta a desigualdade e a desaceleração econômica.

Mao, que liderou a revolução comunista de 1949 contra o governo nacionalista, inaugurou uma era de propriedade coletiva, na esperança de impulsionar a indústria e unir a nação, mas suas políticas drásticas também foram apontadas como causadoras de fome e milhões de mortes.

O Partido Comunista Chinês mantém Mao Tsé-Tung como um herói revolucionário, embora tenha reconhecido, após sua morte, que a devastadora Revolução Cultural foi um "grave erro.

Em Nanjie, sua imagem aparece por toda parte em murais.

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Fontes consultadas

  • Folha Mundolink

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