O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, defendeu nesta segunda-feira (17) o enquadramento de facções criminosas como organizações terroristas e a construção de um presídio isolado na Amazônia.
As declarações foram feitas durante a 27ª Conferência Anual Santander, em São Paulo, onde ele também apresentou propostas para a economia e a administração pública.
Zema disse ainda que pessoas enquadradas como terroristas deveriam receber pena de 25 anos, sem benefícios. Na área econômica, o candidato apontou privatizações, reforma administrativa, reforma previdenciária e revisão de programas sociais como prioridades de um eventual governo.
Ao falar sobre empresas estatais, afirmou que pretende “privatizar tudo” e relacionou investimentos em infraestrutura e tecnologia ao crescimento econômico. “O Brasil vai bombar na hora que tivermos melhores estradas e tecnologia”, disse.
Ele também declarou que o governador de Minas Gerais, Mateus Simões, vai privatizar a Cemig. Sobre os programas sociais, Zema afirmou que pretende rever o atual modelo, argumentando que os benefícios têm “porta de entrada” e não oferecem mecanismos suficientes de saída.
Segundo ele, a atual situação dos juros contribui para o endividamento e a inadimplência. “Nós vamos ter taxa de juros civilizada, e a vida das pessoas melhora, o dinheiro volta a valer”, afirmou.
O candidato prometeu ainda promover cortes de gastos superiores aos realizados durante o governo de Michel Temer. “Como o teto do Temer caiu pela metade, o meu corte de gastos vai ser muito maior do que o do Temer”, disse.
Durante o evento, Zema também criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o PT, relacionando a situação nacional ao período em que assumiu o governo de Minas Gerais.
Zema também defendeu a redução da taxa de juros para 6%, índice que classificou como “civilizado”. Segundo ele, a atual situação dos juros contribui para o endividamento e a inadimplência.
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Fontes
Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.