O novo modelo é cerca de 10% mais barato em poder de compra que o antecessor, considerando a inflação.
O RAV4 XSE tem potência combinada de 329 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos.
A bateria foi ampliada para 22,7 kWh, oferecendo autonomia elétrica de 61 km, e aceita recarga rápida.
O veículo possui um motor 2. 5 a gasolina e motores elétricos que proporcionam tração nas quatro rodas.
O porta-malas do XSE é menor que o das versões híbridas convencionais, com 421 litros.
O XSE se destaca pelo visual com pintura em dois tons e rodas de 20 polegadas, além de interior tecnológico.
O pacote de segurança inclui Toyota Safety Sense 4. 0, com frenagem automática de emergência e sete airbags.
E o modelo que volta é mais forte que o que saiu.
A potência combinada subiu de 306 cv para 329 cv, o que faz do XSE o RAV4 mais potente já vendido no país. A aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 6 segundos para 5,7 segundos, e a velocidade máxima é de 180 km/h.
A bateria passou de 18,1 kWh para 22,7 kWh, e a autonomia homologada pelo Inmetro rodando só no elétrico subiu de 55 km para 61 km.
A mudança mais prática talvez seja a da recarga. O modelo anterior só aceitava carga lenta, em corrente alternada, limitada a 6,6 kW. O novo aceita até 11 kW em corrente alternada e até 50 kW em corrente contínua, no padrão CCS2, que é o dos carregadores rápidos de posto.
Na prática, o carro deixou de depender exclusivamente da tomada de casa.
A tomada de recarga fica no para-lama dianteiro esquerdo, com trava ligada ao sistema de abertura das portas, proteção térmica e indicador luminoso do estado da carga.
O conjunto tem um motor 2. 5 a gasolina, de quatro cilindros e 189 cv, somado a unidades elétricas: 206 cv no eixo dianteiro e 55 cv no traseiro.
É esse motor traseiro que dá ao carro tração nas quatro rodas, sem o eixo mecânico que tradicionalmente liga a frente ao fundo do veículo. O motorista escolhe entre os modos Normal, Eco, EV e Sport, com ajustes de propulsão EV, HEV e Auto, e ainda tem um seletor de terreno com as opções Normal, Trail e Snow.
Há um custo que não aparece na tabela de preço. Por causa do espaço ocupado pelo conjunto plug-in, o porta-malas do XSE tem 421 litros. Nas versões híbridas convencionais S e SX, são 749 litros.
São 328 litros a menos, quase metade do compartimento. Para quem viaja com a família, é um item que pesa tanto quanto a potência.
O XSE mantém o desenho das outras versões, com faróis dianteiros em formato de C e capô elevado, e se distingue pela pintura em dois tons, sempre com teto preto, e pelas rodas de liga leve de 20 polegadas escurecidas.
As cores são Cinza Titan, Azul Topázio, Imperial Aureum e Branco Lunar.
Por dentro há painel de instrumentos digital de 12,3 polegadas, central multimídia de 12,9 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, head-up display colorido e som JBL.
Os bancos dianteiros têm aquecimento e ventilação, o do motorista com dez posições elétricas e memória, e o volante também é aquecido. A lista segue com teto solar panorâmico, ar-condicionado de duas zonas, carregador de celular por indução, quatro tomadas USB-C e tampa traseira elétrica com sensor de movimento.
O pacote de segurança é o Toyota Safety Sense na versão 4. 0, com frenagem automática de emergência que reconhece pedestres, ciclistas e motociclistas, piloto automático adaptativo, centralização na faixa, leitura de placas e farol alto adaptativo.
Há ainda alerta de saída segura, que avisa sobre veículos e ciclistas se aproximando antes de alguém abrir a porta, câmera de 360 graus, estacionamento semiautônomo e sete airbags.
A garantia de fábrica é de cinco anos, e os componentes do sistema híbrido têm cobertura de oito anos. O modelo participa do programa Toyota 10, que permite estender a garantia geral até dez anos, desde que as revisões sejam feitas na rede autorizada.
Toyota RAV4 XSE plug-in, número por número.
Híbrido comum, o HEV: tem motor a combustão e motor elétrico, mas a bateria é pequena e se recarrega sozinha, com o próprio motor e com a frenagem. Não se liga na tomada.
Híbrido plug-in, o PHEV: tem bateria bem maior e liga na tomada. Roda um trecho só no elétrico, e quando a bateria acaba segue funcionando como híbrido comum. É a versão XSE.
Elétrico puro, o BEV: não tem motor a combustão nenhum. Se a bateria acabar, para.
Na prática, o plug-in é para quem faz trajetos curtos no dia a dia e viagens longas de vez em quando. Quem não recarrega na tomada anda carregando o peso da bateria sem usar o benefício dela.
Onde você vai carregar. A conta fecha para quem carrega em casa ou no trabalho. Sem ponto fixo, o plug-in vira um híbrido comum caro.
O custo do carregador residencial. O equipamento de parede e a instalação elétrica são despesa à parte, e podem exigir reforço no quadro de energia. Peça orçamento antes de fechar a compra.
A rede pública da sua cidade. Vale conferir quantos pontos de recarga rápida existem em Campo Grande e no trajeto que você faz com frequência, e se o padrão é o CCS2.
O porta-malas. Neste caso, a bateria custa 328 litros de espaço de bagagem em relação às versões híbridas comuns. Para família grande, isso pesa mais do que a potência.
Seguro e revisão. Peça a cotação do seguro e a tabela de revisões antes de assinar. Sistema eletrificado tem rede autorizada mais restrita.
kWh: a unidade que mede o tamanho da bateria, como se fosse o tamanho do tanque. Quanto maior, mais quilômetros no elétrico.
kW: a unidade que mede a velocidade da recarga, como se fosse a grossura da mangueira da bomba. Um carregador de 50 kW enche muito mais rápido que um de 11 kW.
Corrente alternada e corrente contínua: a tomada comum e o carregador doméstico entregam corrente alternada, que é mais lenta. Os carregadores rápidos de posto entregam corrente contínua.
CCS2 e tipo 2: os padrões de plugue adotados no Brasil. O tipo 2 é para a recarga lenta, o CCS2 para a rápida.
AWD: tração nas quatro rodas. Neste carro ela é feita por um motor elétrico no eixo traseiro, sem o eixo mecânico que ligava a frente ao fundo do carro nos modelos tradicionais.
IPCA: o índice oficial de inflação do país, calculado pelo IBGE. É o que se usa para comparar preços de épocas diferentes.
Nova Amarok hj aparece em Barretos, será híbrida e chega em 2027.
A Volkswagen revelou detalhes da nova geração da Amarok durante a Festa do Peão de Barretos. A picape, que chega em 2027, será eletrificada, a mais potente da história do modelo e terá produção na Argentina.
Em números
- O RAV4 XSE tem potência combinada de 329 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos
- A bateria foi ampliada para 22,7 kWh, oferecendo autonomia elétrica de 61 km, e aceita recarga rápida
- A aceleração de 0 a 100 km/h caiu de 6 segundos para 5,7 segundos, e a veloc
- Idade máxima é de 180 km/h
Fontes
Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.