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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Reinaldo Azambuja defende mais recursos para reduzir déficit habitacional no país

Candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul cita déficit de 5,7 milhões e diz que pretende levar debate sobre moradia para Brasília

2 min de leitura
Reinaldo Azambuja defende mais recursos para reduzir déficit habitacional no país

0x Reinaldo Azambuja defendeu a ampliação de recursos para habitação durante entrevista nesta segunda-feira, em Campo Grande. O déficit habitacional no Brasil entrou no centro do discurso do candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PL) nesta segunda-feira (10).

Em entrevista ao programa Boca do Povo, da rádio Difusora Pantanal, em Campo Grande, o ex-governador defendeu a ampliação de recursos públicos destinados à habitação.

Durante a entrevista ao radialista B. De Paula, Azambuja afirmou que a falta de moradia ainda atinge milhões de famílias no país e citou dados que apontam déficit habitacional de 5.

773. 983 unidades no Brasil, sendo 8,7% concentrados no Centro-Oeste.

A partir desses números, o candidato defendeu maior investimento no setor e associou políticas habitacionais à geração de empregos e à movimentação da construção civil.

Reinaldo cita investimentos feitos durante governo.

Ao abordar Mato Grosso do Sul, Azambuja relembrou as ações realizadas entre 2015 e 2022, período em que governou o Estado.

Em Campo Grande, conforme os dados citados na entrevista, foram entregues mais de 5 mil moradias durante o período.

A habitação aparece, assim, como uma das pautas que o ex-governador pretende levar ao Senado caso seja eleito.

Candidato cobra mudança na distribuição de recursos.

Azambuja também relacionou o debate habitacional à forma como os recursos públicos são distribuídos pelo governo federal.

Ao final da abordagem, afirmou ser necessário “gastar menos com Brasília e mais com o Brasil” e disse que o Senado pode atuar nesse processo de redistribuição.

Além de habitação, a entrevista tratou de temas como segurança pública, saúde e infraestrutura.

Decreto deve ampliar mercado livre de energia para residências a partir de 2028.

Medida também prevê entrada dos setores industrial e comercial em 2027; ministro estima redução de 20% na conta de luz.

Em números

  • Em Campo Grande, conforme os dados citados na entrevista, foram entregues mais de 5 mil moradias durante o período

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink