0x Reinaldo Azambuja defendeu a ampliação de recursos para habitação durante entrevista nesta segunda-feira, em Campo Grande. O déficit habitacional no Brasil entrou no centro do discurso do candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PL) nesta segunda-feira (10).
Em entrevista ao programa Boca do Povo, da rádio Difusora Pantanal, em Campo Grande, o ex-governador defendeu a ampliação de recursos públicos destinados à habitação.
Durante a entrevista ao radialista B. De Paula, Azambuja afirmou que a falta de moradia ainda atinge milhões de famílias no país e citou dados que apontam déficit habitacional de 5.
773. 983 unidades no Brasil, sendo 8,7% concentrados no Centro-Oeste.
A partir desses números, o candidato defendeu maior investimento no setor e associou políticas habitacionais à geração de empregos e à movimentação da construção civil.
Reinaldo cita investimentos feitos durante governo.
Ao abordar Mato Grosso do Sul, Azambuja relembrou as ações realizadas entre 2015 e 2022, período em que governou o Estado.
Em Campo Grande, conforme os dados citados na entrevista, foram entregues mais de 5 mil moradias durante o período.
A habitação aparece, assim, como uma das pautas que o ex-governador pretende levar ao Senado caso seja eleito.
Candidato cobra mudança na distribuição de recursos.
Azambuja também relacionou o debate habitacional à forma como os recursos públicos são distribuídos pelo governo federal.
Ao final da abordagem, afirmou ser necessário “gastar menos com Brasília e mais com o Brasil” e disse que o Senado pode atuar nesse processo de redistribuição.
Além de habitação, a entrevista tratou de temas como segurança pública, saúde e infraestrutura.
Decreto deve ampliar mercado livre de energia para residências a partir de 2028.
Medida também prevê entrada dos setores industrial e comercial em 2027; ministro estima redução de 20% na conta de luz.
Em números
- Em Campo Grande, conforme os dados citados na entrevista, foram entregues mais de 5 mil moradias durante o período
Fontes
Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.