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Cury defende investigações no STF e promete mudanças no Pix sem detalhar

Candidato do Avante afirma que ninguém deve ser poupado em apurações e diz que manterá sistema de pagamentos, mas não explica quais alterações pretende fazer

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Cury defende investigações no STF e promete mudanças no Pix sem detalhar

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu nesta segunda-feira (7) que eventuais investigações envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) avancem “doa a quem doer” e afirmou que pretende manter o Pix caso seja eleito, embora tenha anunciado “algumas adaptações” no sistema sem detalhar quais mudanças pretende implementar.

As declarações foram dadas após um discurso em carro de som na Avenida Atlântica, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, onde o médico e escritor também participou de uma curta caminhada.

Ao falar sobre o Supremo, Cury afirmou que nenhuma pessoa deve ser poupada de investigação e que eventuais responsabilidades precisam ser apuradas até o fim. “Ninguém deve ser poupado até as últimas consequências.

Se não for provada culpa nenhuma, estão livres. Mas, se tiver [culpa], tem de haver condenação”, declarou. O candidato afirmou que deseja um Supremo com independência e “transparência em tudo”.

Durante o discurso, Cury enviou “um abraço” ao ministro André Mendonça. Questionado posteriormente sobre a manifestação, disse que a solidariedade também se estendia ao presidente da Corte, Edson Fachin.

Segundo ele, o gesto não representa apoio específico a um integrante do tribunal. Cury afirmou que não pretende defender “um ministro ou outro ministro” e disse esperar que todos tenham independência para apurar possíveis indícios de corrupção.

Candidato fala em alterar Pix, mas não explica proposta Na mesma entrevista, Augusto Cury afirmou que manterá o Pix em um eventual governo, apesar de defender mudanças no funcionamento do sistema de pagamentos.

O Pix também aparece no debate em meio às críticas feitas pelo governo dos Estados Unidos ao mecanismo. Política externa também entrou no discurso Cury também falou sobre relações internacionais e afirmou que pretende adotar uma política externa pacífica, porém sem subserviência.

Segundo ele, as tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão relacionadas às dificuldades financeiras enfrentadas pelo país norte-americano.

O candidato ainda disse que pretende dialogar com o presidente da Argentina, Javier Milei, e com líderes dos países que integram o Brics. “Países que tiveram condições de fazer negociação isolada com outros países terão essa liberdade”, afirmou, sem apresentar detalhes sobre como funcionaria essa proposta.

Cury acrescentou que o Brasil tem tradição pacífica e conta com diplomatas qualificados. “Seremos pacíficos, mas não seremos subservientes em hipótese alguma”, declarou.

Candidato fala em alterar Pix, mas não explica proposta.

Na mesma entrevista, Augusto Cury afirmou que manterá o Pix em um eventual governo, apesar de defender mudanças no funcionamento do sistema de pagamentos. “Nós vamos manter o Pix no meu governo, mas temos que trazer algumas adaptações”, disse.

O candidato, porém, não detalhou quais seriam essas alterações nem explicou de que forma pretende modificar o sistema. O Pix também aparece no debate em meio às críticas feitas pelo governo dos Estados Unidos ao mecanismo.

Política externa também entrou no discurso.

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Fontes consultadas

  • A Críticalink