Durante as comemorações do 7 de Setembro em Goiânia, o candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, voltou a criticar a política de segurança pública do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que o presidente “entregou” o país às facções criminosas.
Candidato do PSD usa ato em Goiânia para defender endurecimento de penas e apresentar Goiás como modelo de segurança.
O governador de Goiás associou o conceito de independência à segurança pública e usou os resultados de seu Estado para se apresentar como alternativa à política do governo federal na área.
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O candidato também afirmou que Goiás seria o único Estado que poderia comemorar a independência sob a perspectiva da segurança de seus moradores.
O programa de governo de Caiado prevê endurecer o tratamento dado a integrantes de organizações criminosas e ampliar o controle sobre líderes de facções presos.
Entre as propostas está o Read (Regime Especial Disciplinar Antiterrorismo Doméstico). Segundo o programa, líderes de facções seriam mantidos em celas individuais, não teriam direito a visitas íntimas e só poderiam progredir de regime depois do cumprimento de 90% da pena.
A proposta associa organizações criminosas ao conceito de “terrorismo doméstico”, uma das bandeiras defendidas por Caiado na campanha.
Ao comparar Goiás com o restante do país, a campanha cita dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em 2025, 40. 775 pessoas foram assassinadas no Brasil, segundo os números apresentados.
A taxa nacional foi de 19,1 mortes por 100 mil habitantes, ante 16,5 em Goiás.
Em números
- A taxa nacional foi de 19,1 mortes por 100 mil habitantes, ante 16,5 em Goiás
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