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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Criatividade rende boa posição, mas ainda pouco emprego na Capital

3 min de leitura
Criatividade rende boa posição, mas ainda pouco emprego na Capital

Campo Grande aparece em 2º no Centro-Oeste, mas fica em 34º lugar em trabalhos criativos.

Campo Grande conquistou a 17ª posição entre as 50 cidades mais criativas do Brasil, mas o bom desempenho no ranking ainda não se traduz em empregos no setor. A Capital tem 4,99 postos criativos para cada 100 mil habitantes e aparece apenas em 34º lugar nesse indicador.

Os números fazem parte do Índice de Cidades Criativas 2026, divulgado pelo Adobe Firefly. Com 50,4 pontos em uma escala de zero a 100, Campo Grande ficou em segundo lugar no Centro-Oeste, atrás somente de Goiânia, e superou Brasília e Cuiabá.

O resultado geral foi impulsionado principalmente pela avaliação de estabelecimentos como lojas de design, livrarias, lojas de discos e ateliês independentes. Esses espaços receberam nota média de 4,64, em uma escala de até cinco pontos, o quinto melhor resultado entre as cidades pesquisadas.

A Capital também apresentou a nona maior concentração de agências criativas do país, com 124,94 estabelecimentos para cada 100 mil habitantes. Florianópolis, primeira colocada no ranking geral, registrou 270,81 na mesma proporção.

Apesar da presença expressiva de agências, a geração de postos de trabalho aparece bem abaixo no levantamento. Florianópolis contabilizou 32,17 empregos criativos para cada 100 mil habitantes, mais de seis vezes o índice encontrado em Campo Grande.

Entre as capitais do Centro-Oeste, Goiânia teve a melhor classificação nacional, em 13º lugar, com 52,6 pontos. Campo Grande veio na sequência, à frente de Brasília, que ocupou a 22ª posição, com 48,7 pontos, e de Cuiabá, em 39º lugar, com 31,4.

O levantamento também expôs outras fragilidades da Capital. Campo Grande aparece na 37ª posição em quantidade de bibliotecas, com 1,45 unidade para cada 100 mil moradores.

O estudo incluiu municípios do Brasil, França, Itália, Reino Unido, Polônia, Alemanha e Espanha. Nenhuma cidade brasileira entrou no grupo das 20 primeiras do ranking mundial.

O país, porém, teve a maior média de avaliação do comércio criativo, com 4,56 pontos de cinco.

Para elaborar o índice, foram analisados 22 indicadores ligados a empregos e negócios criativos, infraestrutura cultural, arte, entretenimento, avaliação dos visitantes e preços.

Os dados foram coletados em julho de 2026 no Google Maps, TripAdvisor, Glassdoor e Street Art Cities, além de bases populacionais e geográficas.

As informações foram ajustadas conforme o número de habitantes para permitir a comparação entre cidades de tamanhos diferentes. Cada indicador recebeu uma nota de zero a dez e um peso na composição do resultado final.

Em números

  • A Capital tem 4,99 postos criativos para cada 100 mil habitantes e aparece apenas em 34º lugar nesse in
  • A maior concentração de agências criativas do país, com 124,94 estabelecimentos para cada 100 mil habitantes
  • Florianópolis contabilizou 32,17 empregos criativos para cada 100 mil habitantes, mais de seis vezes o índice encontrad
  • Po Grande aparece na 37ª posição em quantidade de bibliotecas, com 1,45 unidade para cada 100 mil moradores

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Fontes consultadas

  • Campo Grande Newslink