O veículo estava submerso desde 13 de agosto, quando parte da Ponte João Wenceslau Leite de Barros, na MS-168, cedeu durante a passagem da carreta, por volta das 8h30.
- Caminhão que desabou com ponte no Rio Taquari foi retirado da água 20 dias após o acidente.
- O veículo estava submerso desde 13 de agosto, quando a Ponte João Wenceslau Leite de Barros cedeu.
- O motorista Alexandre de Freitas, de 49 anos, morreu no local; o passageiro conseguiu sobreviver.
- A operação de retirada do caminhão levou cerca de 15 dias devido ao peso e dificuldades de acesso.
- A causa do desabamento da estrutura de concreto, concluída em 2009, ainda está sob investigação.
- Com a ponte interditada, o deslocamento na região ficou mais longo, com rotas alternativas indicadas.
O motorista Alexandre de Freitas, de 49 anos, ficou preso às ferragens da cabine e morreu no local; o passageiro conseguiu sair e sobreviveu, como mostrou a reportagem.
A operação para retirar o caminhão foi complexa e levou cerca de 15 dias de trabalho, devido ao peso do veículo e às dificuldades de acesso à região. O serviço ficou sob responsabilidade da seguradora, com acompanhamento do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul.
A ponte fica em uma área do Pantanal que liga as regiões do Paiaguás e da Nhecolândia, em território de Corumbá. Apesar disso, Coxim é a cidade mais próxima, a aproximadamente 115 quilômetros do local.
Causa do desabamento ainda é investigada.
Ainda não há conclusão sobre o que fez a estrutura de concreto, concluída em 2009, ceder. O Governo do Estado anunciou perícia especializada, com sondagens, inspeções subaquáticas e análises estruturais, depois que uma avaliação inicial da Agesul não encontrou problemas aparentes na ponte, como mostrou a reportagem.
A previsão é que a empresa responsável pela perícia seja definida até 10 de setembro.
Com a estrutura interditada, o deslocamento pela região ficou mais longo. A orientação do Governo de Mato Grosso do Sul é utilizar as MS-423, no sentido norte, ou a MS-214, no sentido sul, conectadas pela MS-168, tendo a BR-163 como uma das vias de ligação.
A retirada do caminhão encerra uma das etapas da operação iniciada após o acidente, enquanto a investigação sobre o desabamento da ponte e a elaboração do projeto de recuperação da estrutura continuam.
A estrutura de concreto, concluída em 2009, liga as regiões pantaneiras do Paiaguás e da Nhecolândia, em território de Corumbá. A cidade mais próxima, porém, é Coxim, a cerca de 115 quilômetros do local.
Informações do Corpo de Bombeiros, do Governo de Mato Grosso do Sul e da cobertura do jornal.
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