Estudiantes 1 x 1 Corinthians | Melhores Momentos | Conmebol Libertadores 2026 | ge tv.
- JornalismoInfluenciador César Rincon tinha 329 munições em rancho mesmo sem registroSanta Catarina · g1.
O Corinthians reagiu de forma consistente às exigências da noite de La Plata. Primeiro, porque chegava pressionado pelas quatro derrotas seguidas no Brasileiro (sendo três delas em casa).
Depois, porque sofreu um gol logo aos três minutos, quando Guido Carrillo, número 9 no documento de identidade, pegou um rebote dentro da área, em meio a quatro corinthianos esparramados pela grama.
No entanto, a avalanche do Estudiantes se armou, mas não desabou. Aos poucos, o time de Fernando Diniz compreendeu o jogo, passou a ficar com a bola e até ameaçou o arco do aparentemente eterno Muslera.
O sofrimento ocasional aparecia apenas quando Joaquín Correa (aquele do Botafogo) encontrava espaços em frente à área alvinegra. Assim, o Corinthians amansou o estádio Jorge Luis Hirschi e manteve em rédeas curtas um adversário potencialmente terrível.
O Estudiantes não tem o apelo popular de gigantes como Boca Juniors e River Plate, mas poucos clubes ostentam tamanho peso histórico, com quatro títulos da Libertadores e diversas conquistas nacionais, inclusive em anos recentes.
Ídolo dos pincharratas, Juan Sebastián Verón deu novos ares ao clube desde que se tornou presidente pela primeira vez, em 2014, poucos meses após pendurar as chuteiras.
La Brujita Verón, aliás, está no centro de um debate crucial do futebol argentino. Ao contrário da maioria dos clubes e da própria AFA, defende a entrada mais consistente de capital privado nas instituições.
É fácil imaginar o tamanho que poderia alcançar um Estudiantes ainda mais endinheirado: organizado, financeiramente saudável e dono de invejável capacidade para prospectar jogadores, o clube já tem quase tudo o que o dinheiro pode comprar — falta apenas mais dinheiro.
Bom resultado para decidir na Neo Química Arena", diz Careca após empate do Corinthians.
Nada disso entrou em campo, mas ajuda a dimensionar o adversário corinthiano. Para um time que chegava em crise e com sete desfalques, a equipe de Fernando Diniz recitou com maestria a tabuada da Libertadores, em que um ponto fora de casa nunca é uma resposta errada.
Allan, André Carrillo e Breno Bidon sustentaram um Corinthians presente e agressivo no meio-campo. Quando apareceu a inteligência milongueira de Garro, o empate veio com Kaio César, bem cedo no segundo tempo.
O gol de Kaio César foi o primeiro do Corinthians em mata-mata de Libertadores desde a aparição de Romarinho na Bombonera, na final de 2012. E, mais uma vez, quando a crise ameaçava virar uma bola de neve, o Corinthians encontrou na Libertadores um refúgio para respirar com alguma tranquilidade -- pelo menos, até a semana que vem.
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