Um dos pioneiros do grime e do drill no universo do hip hop brasileiro por conta da mixtape que o projetou há onze anos, “Tipolazvegazh” (2015), Vandal cresceu ouvindo pagodão antes de aderir ao rap.
Através das dez músicas do álbum “Vanguardah”, o rapper tem a intenção de moldar um retrato contemporâneo da Bahia a partir das próprias vivências, em movimento de expansão sonora da discografia.
Artistas como DJ KL Jay, Giovanni Cidreira, Hiran, Josyara e Liz Reis, além de Russo Passapusso, impulsionam o movimento de Vandal, fazendo colaborações no álbum “Vanguardah”, formatado com produção musical de Tiago Simões, Calibre MC e Seko Bass sob direção artística de Phodismo e do próprio Vandal.
Ancestralidade, memória e religiosidade são alguns temas que atravessam repertório autoral composto por músicas como “Ah verdadeh dah cidadeh”, “Avemariah” (cantada por Vandal com a cantora Liz Reis), “Saveirozh”, “Pontoh deh revoltah” (faixa com samples e riscos do DJ KL Jay), “Supereh” (feat do rapper com Hiran), “Requiémh parah umh sonhoh” (composta e gravada por Vandal com Josyara) e “Anjoh bomh dah Bahiah”, tema gravado no disco com produção musical do maestro Ubiratan Marques, parceiro e convidado de Vandal na composição.
Como percebido pelas grafias estilizadas das músicas do álbum “Vanguardah”, Vandal tem o hábito de adicionar um h ao fim de cada palavra.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Pop & Arte, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.