Os juízes rejeitaram o pedido de Trump para reconsiderar sua decisão anterior, de junho, que negou seu recurso contra o veredicto do júri de 2023, decorrente de alegações de que ele a estuprou na década de 1990 no provador de uma loja de departamentos em Manhattan.
Os advogados de Trump alegam que o julgamento foi injusto.
A decisão da Suprema Corte não foi assinada e não veio acompanhada de nenhuma explicação. A Suprema Corte raramente atende a pedidos de reconsideração.
Os advogados de Trump nesse recurso argumentam que a imunidade presidencial o protege das alegações de Carroll e que os tribunais de instâncias inferiores decidiram erroneamente que ele havia perdido o direito a essa defesa.
Trump afirma que Irã deveria se render e ameaça bombardear Omã.
Um acordo provisório firmado em junho declarava o “fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes”, mas rapidamente se desfez.
Trump vem travando uma batalha contra Carroll, ex-colunista de conselhos da revista Elle, desde que ela publicou um trecho de suas memórias em 2019, no qual alegava que Trump a havia estuprado por volta de 1996 em um provador da loja de departamentos Bergdorf Goodman, em Manhattan.
Trump negou as alegações de Carroll e afirmou que ela mentiu tanto em 2019 quanto novamente em 2022, enquanto ele já não estava no cargo.
A Suprema Corte, em uma decisão histórica de 2024, determinou que ex-presidentes têm imunidade total contra processos criminais por ações realizadas no exercício do cargo que estejam dentro de seus poderes constitucionais essenciais como presidente.
Os processos de Carroll são ações civis.
Em números
- Suprema Corte volta a rejeitar recurso de Trump contra sentença de US$ 5 milhões
Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.