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Economia Revisado por ULTRA AI

Presidente do Bradesco vê espaço para novos cortes de juros em 2026, mas cita guerra, eleições e El Niño

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Presidente do Bradesco vê espaço para novos cortes de juros em 2026, mas cita guerra, eleições e El Niño

O presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou nesta terça-feira (11) que vê espaço para novos cortes de juros ainda neste ano.

A gente entende perfeitamente o movimento de política monetária do Banco Central, mas a taxa de juros está bem elevada [...] e, quando a gente olha para a inflação, temos espaço para derrubar essa taxa", afirmou em entrevista ao Radar GloboNews.

Segundo Noronha, os economistas do Bradesco trabalham com a possibilidade de mais uma redução de 0,25 ponto percentual (p.p.) por parte do Comitê de Política Monetária (Copom) já na próxima reunião do colegiado, em setembro.

O executivo destaca, no entanto, que acredita que mais cortes podem vir à frente.

Já vemos dados de desaceleração da economia brasileira. Nossos economistas trabalham com [uma redução de] 0,25 p.p. no banco, mas eu acho que podemos ver mais quedas", completa.

Apesar do tom mais otimista, no entanto, Noronha reconhece que ainda existem fatores que podem atrapalhar a trajetória de cortes de juros do BC, como as eleições, os efeitos da guerra do Oriente Médio nos preços do petróleo e os impactos do El Niño.

Temos um mercado ainda incerto e uma guerra que ainda está indefinida, que afeta os preços do petróleo e pode bater na inflação daqui", diz o presidente do Bradesco, destacando que, apesar de o histórico mostrar que as eleições costumam trazer volatilidade para o câmbio, esse efeito acontece apenas no curto prazo.

Temos, de fato, uma volatilidade maior, mas em um período mais curto. Então eu continuo trabalhando com a expectativa de que o juro precisa ser real [acima da inflação], mas não dessa magnitude", acrescenta Noronha.

*Esta reportagem está em atualização.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Economia, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Economialink

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