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Economia Revisado por ULTRA AI

Light: Morgan Stanley eleva recomendação e vê gatilho capaz de transformar empresa

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O Morgan Stanley elevou sua recomendação para as ações da Light (LIGT3) de Equal Weight para Overweight, argumentando que a revisão regulatória sobre perdas de energia prevista para ocorrer entre setembro de 2026 e março de 2027 pode representar um catalisador transformacional para a distribuidora.

Na avaliação do banco, o mercado ainda precifica um cenário excessivamente pessimista, abrindo espaço para uma relação risco-retorno considerada atrativa.

Braskem (BRKM5) diz que Justiça aprovou processamento da recuperação extrajudicial.

Caso haja mudanças regulatórias dentro de um novo modelo de avaliação, a melhora econômica da concessão poderá ser ainda mais relevante.

Na visão da instituição, as ações da Light atualmente refletem um reconhecimento regulatório de perdas de cerca de 52%, inferior aos 57% projetados pelo banco sob a metodologia vigente.

O relatório ressalta ainda que pequenas melhorias nas premissas regulatórias poderiam elevar de forma expressiva o valor da companhia. Segundo os cálculos do banco, cada aumento de cinco pontos percentuais no reconhecimento das perdas acrescentaria cerca de 25% ao valor justo da ação.

Essa projeção incorpora uma redução adicional da defasagem de perdas, monetização mais rápida de créditos tributários, custo de capital ligeiramente menor e reconhecimento parcial de créditos de PIS/Cofins.

Ainda assim, o banco entende que a relação entre os cenários positivos e negativos permanece favorável ao investidor.

O relatório também destaca que a Light emerge do processo de recuperação judicial em uma condição financeira mais sólida. Entretanto, a sustentabilidade de longo prazo da concessão de distribuição continuará dependendo da capacidade de reduzir a diferença entre as perdas reais e aquelas reconhecidas na tarifa.

Além da questão regulatória, o Morgan Stanley elaborou uma análise abrangente dos fatores que podem destravar valor para a companhia no período pós-recuperação judicial.

Apesar da recomendação mais positiva, os analistas reconhecem que a tese permanece adequada apenas para investidores com maior tolerância ao risco. Entre os principais desafios apontados estão um resultado desfavorável na revisão tarifária de 2027, dificuldades operacionais para reduzir perdas, riscos regulatórios, pressão vendedora decorrente do vencimento gradual do período de lock-up, incertezas sobre o valor dos ativos de geração e eventuais obstáculos para monetizar créditos tributários e créditos relacionados ao PIS/Cofins.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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