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Economia Revisado por ULTRA AI

Combustível de avião sobe 14% em setembro e dobra no ano; as passagens vão ficar mais caras?

Alta de 13,9% em setembro leva o preço do QAV a um aumento acumulado de 53,3% no ano; combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas.

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Combustível de avião sobe 14% em setembro e dobra no ano; as passagens vão ficar mais caras?

O aumento pode pressionar o preço das passagens aéreas nos próximos meses, já que o combustível representa cerca de 30% dos custos das companhias aéreas.

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  • A antecedência com que o bilhete é comprado.

Segundo a Petrobras, a alta ocorre devido ao aumento das cotações internacionais do combustível de aviação, influenciado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Os preços do QAV são reajustados no início de cada mês, conforme previsto nos contratos da estatal com as distribuidoras.

Para Fábio Murad, consultor da Wiser Asset, a alta aumenta a pressão sobre os preços das passagens, mas não significa que as tarifas aéreas subirão na mesma proporção.

O preço final das passagens também depende de outros fatores, como.

Por isso, o eventual repasse do aumento do combustível pode variar de acordo com a rota e com o momento da compra.

A Petrobras informou ainda que retomará em setembro o programa que permite às distribuidoras parcelar os reajustes do QAV. Com a medida, o aumento poderá ser dividido em três parcelas mensais, segundo a estatal, com o objetivo de reduzir o impacto financeiro das oscilações do mercado internacional.

Como se planejar para momentos incertos como esse.

Com guerras do outro lado do mundo afetando o mercado aqui no Brasil, os preços costumam ficar imprevisíveis.

Para o consumidor, a recomendação é evitar deixar a compra da passagem para a última hora. Murad, consultor da Wiser Asset, sugere pesquisar os valores com antecedência, acompanhar as tarifas durante alguns dias, ter flexibilidade de datas e horários e, quando possível, comparar aeroportos próximos.

Também é importante considerar o custo total da viagem, incluindo bagagem e outros serviços, e não apenas o preço anunciado inicialmente.

O especialista recomenda ainda cautela com a expectativa de que as passagens ficarão mais baratas apenas porque o preço do combustível pode recuar no futuro.

Gustavo Assis, CEO da Asset, afirma que o principal é tratar a viagem como uma despesa planejada, e não como um gasto inesperado. Segundo ele, o dinheiro destinado a uma viagem deve ser separado com certa antecedência para que, na medida do possível, não comprometa o orçamento da família.

Fontes consultadas

  • G1 Economialink

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