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PF aponta triangulação de R$ 6,1 milhões do contrato de wi-fi de SP e indícios de lavagem de dinheiro em

Segundo o ministro Flávio Dino, o dinheiro que saiu do Instituto Conhecer Brasil (ICB), de propriedade de Karina da Gama, foi repassado a empresas terceirizadas

4 min de leitura
PF aponta triangulação de R$ 6,1 milhões do contrato de wi-fi de SP e indícios de lavagem de dinheiro em

As duas entidades de Karina da Gama funcionam no mesmo endereço no bairro dos Jardins, no Centro de São Paulo.

  • ENTENDA quem é Vanderlei Natividade, o eletricista alvo da PF e tesoureiro da ONG de Karina Gama que movimentou R$ 83 milhões.
  • Karina da Gama: quem é a produtora de 'Dark Horse' alvo de operação da Polícia Federal em SP.
  • Produtora de filme sobre Bolsonaro comprou carro SUV com R$ 100 mil em dinheiro vivo e disparou alerta do Coaf.
  • Complexsys: repassou R$ 2. 626.949,69 e R$ 1. 308.986,33 para a ANC.
  • Ultra IP: repassou R$ 1.336.201,50 para a ANC.
  • Fastfuture: repassou R$ 603. 136,12 para a ANC.
  • Distribuidora LMS: repassou R$ 300.000,00 a ANC.
  • André Feldman e a esposa Débora Gomes Feldman - donos das empresas Complexsys Soluções Integradas Ltda. e Fastfuture Tecnologias Emergentes Ltda.
  • William Silva Ferreira – dono da empresa Ultra IP Tecnologia e Serviços Ltda., terceirizada pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Veja a cronologia das investigações sobre 'Dark Horse.

Outras duas empresas usadas no esquema, segundo a PF: a Ultra IP Tecnologia e Serviços Ltda – do empresário William Silva Ferreira, que também recebeu dinheiro do wi-fi de SP – e a Distribuidora de Produtos LMS Ltda.

A investigação aponta que a ANC repassou os seguintes valores das empresas pagas pelo Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Os empresários donos de pelo menos três empresas também foram alvo de busca e apreensão da Polícia Federal nesta quinta-feira (10). Os três estão proibidos de deixar o Brasil.

Polícia Federal mira Mario Frias e produtora de Dark Horse.

Por meio de nota, a defesa de Karina da Gama afirmou que "tendo em vista a operação da Polícia Federal na data de hoje, no exercício da advocacia em favor da Sra.

Karina Ferreira da Gama, ajuizamos nesta data, reclamação constitucional em jurisdição criminal perante a Presidência do STF.

A medida não discute o mérito da investigação, sendo certo que, a cliente estava contribuindo espontânea e voluntariamente, tanto que, atendeu, na última sexta-feira, à solicitação da Polícia Federal e entregou mais de 20 mil laudas de documentos, o que prova sua boa-fé e lealdade processual.

Entretanto, nossa defesa técnica insiste em assegurar a autoridade das decisões da Presidência do STF e a competência do juiz natural.

Acreditamos em nossas Instituições e confia-se na Suprema Corte para a plena garantia do devido processo legal.

Também por nota, a Complexys - do empresário André Feldman, afirmou que "a operação da Polícia Federal vai comprovar, novamente, que os recursos recebidos pela empresa foram usados somente no contrato para manutenção da rede do Wi-Fi na cidade de São Paulo, sem qualquer vínculo com o financiamento para produção do filme, objeto de investigação.

A perícia independente, já anexada nos inquéritos policiais, também comprova que não existe nenhuma relação entre o contrato da empresa com a produtora Go UP", disse.

O g1 e a GloboNews procuraram a defesa de todos os envolvidos e ainda não obtiveram retorno de parte deles.

A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que "repudia qualquer tentativa de criar relações entre projetos e programas do Município e a produção cinematográfica do filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A administração municipal reitera que a obra não recebeu recursos municipais. A assinatura e execução do termo de colaboração firmado com o Instituto Conhecer Brasil (ICB) não têm qualquer irregularidade identificada", disse (veja a íntegra abaixo).

Karina da Gama é investigada no caso da instalação de wi-fi e no caso 'Dark Horse.

Íntegra da nota da Prefeitura de SP.

O Programa Wifi Livre segue em pleno funcionamento na cidade com 3. 200 pontos instalados e mais de 760 milhões de acessos registrados, conforme pode ser verificado no link.

Em relação à parceria com o ICB, a Controladoria Geral do Município (CGM) acompanha as investigações desde as primeiras denúncias e instaurou procedimento em maio de 2026, que segue andamento.

Em números

  • 200 pontos instalados e mais de 760 milhões de acessos registrados, conforme pode ser verific
  • PF aponta triangulação de R$ 6,1 milhões do contrato de wi-fi de SP e indícios de lavagem

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