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Orçamento de 2027 prevê R$ 133,8 bilhões em investimentos

Proposta amplia os recursos destinados a obras de infraestrutura, aquisição de equipamentos, habitação e projetos considerados prioritários pela equipe econômic

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A proposta amplia os recursos destinados a obras de infraestrutura, aquisição de equipamentos, habitação e projetos considerados prioritários pela equipe econômica.

  • R$ 133,8 bilhões: investimentos totais previstos para 2027.
  • R$ 87,9 bilhões: despesas primárias de investimento.
  • R$ 45,9 bilhões: inversões financeiras.
  • R$ 61,5 bilhões: previsão de investimentos no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).
  • R$ 110,8 bilhões: investimentos previstos no Orçamento de 2026.
  • R$ 88,7 bilhões: piso de investimentos previsto para 2027.
  • R$ 8,25 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida.
  • R$ 1,19 bilhão para transporte coletivo urbano.
  • R$ 667,2 milhões para drenagem e prevenção de inundações.
  • Pessoal: queda de 0,1 ponto percentual do PIB.
  • Benefícios previdenciários: queda de 0,1 ponto.
  • Despesas obrigatórias com controle de fluxo: queda de 0,1 ponto.
  • Sentenças judiciais: queda de 0,1 ponto.

Os investimentos fazem parte das despesas discricionárias, que não têm execução obrigatória e podem ser ajustadas pelo governo ao longo do ano.

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, destacou que a capacidade de investimento do governo aumentou na proposta, embora ainda esteja abaixo do necessário para sustentar um crescimento mais acelerado da economia.

Os recursos poderão financiar projetos de infraestrutura e expansão da capacidade produtiva, incluindo obras de transporte, energia, habitação e outras áreas consideradas estratégicas pelo governo.

O texto reserva as seguintes verbas para alguns programas do Novo PAC.

Segundo Moretti, o aumento dos investimentos foi possível em parte pelo controle do crescimento das despesas obrigatórias e pela aplicação dos mecanismos de contenção previstos na legislação fiscal.

A proposta também prevê redução da participação das despesas obrigatórias na economia. Segundo o governo, elas devem passar de 17,5% para 17,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

A proporção dos gastos obrigatórios em relação à despesa primária total também recua, de 92,4% para 91,7% do PIB.

Entre as principais reduções previstas estão.

Em contrapartida, o Orçamento incorpora uma despesa equivalente a 0,2 ponto percentual do PIB para o novo Fundo de Compensação a Estados e Municípios, criado pela reforma tributária.

O aumento dos investimentos ocorre dentro das regras do arcabouço fiscal. A legislação permite crescimento anual das despesas de até 2,5% acima da inflação, condicionado ao comportamento das receitas públicas.

As despesas discricionárias, por serem mais flexíveis, são uma das principais áreas utilizadas pelo governo para acomodar investimentos e, ao mesmo tempo, cumprir as metas fiscais.

Para Moretti, apesar do crescimento previsto no PLOA 2027, o volume de investimentos ainda é insuficiente diante das necessidades de infraestrutura e expansão da capacidade produtiva do país.

Em números

  • Orçamento de 2027 prevê R$ 133,8 bilhões em investimentos

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Fontes consultadas

  • Agência Brasillink

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