O fenômeno não será visível no Brasil, nem mesmo de forma parcial, mas o Observatório Nacional (ON) anunciou uma transmissão ao vivo do eclipse através das suas redes sociais, com início a partir das 12h de amanhã.
O pico do eclipse está previsto para às 14h, e deve ser visto também em países como Rússia, Islândia e Groenlândia. Em outras regiões do Hemisfério Norte e no norte do continente africano, o eclipse solar vai ser apenas parcial.
A astrônoma do Observatório Nacional Josina Nascimento explica que o eclipse solar, mesmo total, ocupa uma área reduzida. O que exige o deslocamento a um local específico para aqueles que quiserem acompanhar o fenômeno presencialmente.
Um eclipse solar acontece sempre na Lua Nova, bloqueando pelo menos parte da luz e criando a projeção de uma sombra. Fora do ponto que ele abrange, mesmo sendo total, ele se torna um eclipse anular, o que significa que a Lua não cobre o Sol por completo criando um anel de luz em volta.
A pesquisadora do Observatório Nacional alerta que, para observar um eclipse solar, são necessárias precauções de segurança. Só é possível fazer a observação com óculos especiais certificados com a norma ISO 12312-2 ou máscaras com vidro de soldador número 14.
Olhar diretamente sem proteção traz riscos sérios à visão e pode causar cegueira.
Josina Nascimento conta que, quando o eclipse solar é visível no Brasil, o ON consegue distribuir gratuitamente os óculos de segurança em eventos de observação, além de realizar oficinas que ensinam truques com material reciclável para ver o eclipse solar.
*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire.
Fontes
Informação baseada em material público de Agência Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.