Instituto Rio Metrópole tem contratos auditados e suspeita de superfaturamento.
O IRM foi alvo, no mês passado, da Operação Ouroboros, do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), que investigava um esquema de contratos ilegais. Seis pessoas haviam sido presas — entre elas, Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM.
Couto exonerou a cúpula da autarquia e determinou uma auditoria nas contas do instituto.
Atualmente, o Instituto Rio Metrópole é presidido interinamente pelo secretário Roberto Leão. Segundo ele, a auditoria completa nas contas e nos contratos do órgão deve ser concluída até outubro.
Para Leão, os indícios encontrados até agora apontam para o uso indevido dos recursos do instituto.
O Instituto Rio Metrópole foi criado em 2018 com a função de desenvolver projetos e buscar melhorias para os moradores da Região Metropolitana do Rio, em áreas como habitação, saneamento, economia, urbanização e mobilidade.
Todos os meses, o órgão recebe 0,5% da receita arrecadada com as contas de água e esgoto da Região Metropolitana.
Em números
- Instituto Rio Metrópole devolve R$ 70 milhões ao governo após revisão
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Rio, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.