Rapper se apresentou no Palco Sunset no último sábado, 12, junto a Amaro Freitas e Dino d’Santiago num espetáculo focado no álbum ‘Criolo, Amaro e Dino’ (2026).
O Palco Sunset do Rock in Rio 2026 viu uma proposta ambiciosa tomar forma no último sábado, 12, com Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago tentando traduzir o álbum Criolo, Amaro e Dino (2026) para o palco de um grande festival.
Essa foi apenas a quarta vez que o trio se apresentou junto, mas eles não se deixaram intimidar pela ocasião.
Em entrevista a Igor Miranda para a Rolling Stone Brasil, direto do Rock in Rio, eles falaram sobre a proposta por trás do show. Segundo Criolo, apesar do limite de tempo do set, eles não diminuiu o espetáculo.
O processo contínuo dos músicos para com o material nasceu da consciência de que eles ainda estão se conhecendo. Isso significa buscar entendimento coletivo no palco.
Contribuições para o show de Criolo, Amaro e Dino.
Criolo também fez questão de ressaltar as contribuições visuais de Vik Muniz e do cabo-verdiano Amadeu Carvalho, que trabalharam na arte do álbum Criolo, Amaro e Dino, antes de retornar ao ponto do show.
Principalmente ao aspecto do limite de tempo. Segundo o artista, o trio seguiu os pedidos de seus corações.
As indicações ao Grammy Latino 2026 foram anunciadas na última quarta-feira, 16, e o trio de Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago concorre em duas categorias.
O projeto compete por Melhor Canção em Língua Portuguesa com a faixa “No Vento de Nós” e por Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro Portuguesa Brasileira.
ago lançam documentário sobre encontro musical no Atlântico Negro.
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