Durante o “Que História É Essa, Porchat?”, Lobão contou sobre a composição da música.
No episódio que foi ao ar nesta terça, 20, do programa Que História É Essa, Porchat? (2019-atual), Lobão contou para Fábio Porchat, Ariel Palacios, Rogério Flausino e plateia sobre o dia que Cazuza escreveu “Codinome Beija-Flor“, na década de 1980.
Segundo o que conta Lobão, os amigos estavam em um bar na região do Baixo Leblon, no Rio de Janeiro, quando Cazuza escreveu o sucesso lançado em 1985. Além dele, também assinam a música, José Ezequiel Moreira Neves e Reinaldo Arias Gomes.
Quando terminou de escrever, Cazuza mostrou para Lobão a letra que diz: o observou que o artista escrevia os versos “Que só eu que podia/Dentro da tua orelha fria/Dizer segredos de liquidificador/Você sonhava acordada/Um jeito de não sentir dor/Prendia o choro e aguava o bom do amor”.
O amigo, então, perguntou: “O que é segredo de liquidificador?”. E Cazuza respondeu: “Como você é burro”, e mostrou a língua tremendo. Lobão diz, rindo, que era inocente.
Segundo ele, a relação dos dois era peculiar, “nós tínhamos uma relação de um sacanear o outro”.
Em outro momento, contou sobre uma vez que Cazuza chegou “todo feliz e serelepe” e mostrou a chave do Escort que sua mãe tinha dado pra ele. Lobão, sem conhecer o carro, disse que era ruim só para provocá-lo.
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