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Governo Trump processa ex-diretor do FBI que supostamente ameaçou Trump e mentiu ao Congresso

Nova acusação foi anunciada nesta segunda-feira (26), no mesmo dia em que um juiz considerou ilegal a demissão de Maurene Comey, filha do ex-diretor, do cargo d

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Governo Trump processa ex-diretor do FBI que supostamente ameaçou Trump e mentiu ao Congresso

O ex-diretor do FBI James Comey foi acusado novamente pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, segundo a NBC News. O novo processo ocorre no momento em que um juiz federal decidiu que a demissão de sua filha, Maurene Comey, do cargo de promotora federal pelo governo de Donald Trump foi ilegal.

  • No ano passado, foi acusado de mentir ao Congresso sobre a autorização de vazamentos de informações à imprensa. O caso foi arquivado depois que um juiz concluiu que o promotor responsável pela acusação não havia sido nomeado legalmente.
  • Em outro processo, o ex-diretor do FBI foi acusado de ameaçar Trump após publicar uma fotografia de conchas organizadas para formar os números “86 47”. A combinação foi interpretada como uma possível referência à retirada do presidente do cargo. Comey se declarou inocente das acusações.
  • Após mínima histórica, aprovação de Trump sobe 1% e chega a 32% antes das eleições nos EUA.
  • Trump oferece US$ 1 milhão por denúncias que levem a condenações por fraude eleitoral.
  • Da 'ótima química' ao tarifaço: relembre a relação de vaivém entre Trump e Lula.

Comey já responde a outros processos federais.

Trump demitiu Comey do comando do FBI em 2017, durante seu primeiro mandato, quando a agência investigava contatos entre a campanha presidencial republicana de 2016 e russos.

Desde então, o ex-diretor se tornou um crítico do presidente.

Juiz considera ilegal demissão da filha de Comey.

No mesmo dia, a filha do ex-diretor, Maurene Comey, teve sua demissão tida como ilegal. Ela atuou como promotora no escritório do procurador federal de Manhattan desde 2015 e participou de processos criminais contra Ghislaine Maxwell, associada de Jeffrey Epstein, e o magnata da música Sean “Diddy” Combs.

Maurene foi demitida pelo Departamento de Justiça em julho de 2025, poucos meses após o início do segundo mandato de Trump. Na ação judicial, ela argumentou que perdeu o cargo por ser filha de James Comey, em violação às normas que protegem servidores federais contra demissões por motivos políticos.

O juiz federal Jesse Furman determinou nesta segunda que ela fosse reintegrada retroativamente ao cargo até dezembro de 2025, o que permite o pagamento de salários atrasados e o acesso a benefícios de aposentadoria.

O Departamento de Justiça afirmou que discorda da decisão e pretende recorrer.

Governo Trump indicia ex-chefe do FBI James Comey, crítico do presidente.

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